Pacto pela Inovação I
Blogs e Colunas | Diego da Costa 07/07/2018 11:21

O texto abaixo é resultado de um trabalho realizado pela Câmara de Tecnologia da Informação e Inovação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe – Fecomércio SE envolvendo várias entidades e movimentos na ideia de construir o INOVA + SERGIPE : “Pacto pela inovação. Um estado. Muitas forças. Um objetivo: Transformar Sergipe no Estado da Inovação. Este projeto sustenta-se sobre pilares como a diversidade econômica, a pequena propriedade, o empreendedorismo, o pequeno negócio, o cooperativismo, o associativismo e a desconcentração da riqueza e da população. No entanto, a expansão do conhecimento e da tecnologia têm mudado o mundo muito depressa nas últimas décadas, de tal modo que as estruturas que nos sustentaram até aqui já não serão suficientes para manter nossos padrões de vida e nos permitir avançar e competir economicamente a nível mundial. As transições por que o mundo está passando exigem uma mudança mais acelerada das nossas instituições, empresas, modelos de negócio, perfil econômico, infraestrutura etc. Se quisermos solucionar os problemas sociais que nos desafiam e acompanhar as transformações positivas do mundo precisamos mobilizar os diversos setores da sociedade em torno de um objetivo: Inovar. Em todos os setores. De um lado, o custo de não se investir em ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo é muito alto e as distâncias entre as economias baseadas em conhecimento e as demais só vão se alargar daqui em diante. De outro, as necessidades de investimento necessário para transformar Sergipe em um estado altamente inovador superam em muito a capacidade atual de financiamento do estado e dos municípios. O que fazer, então? Como fazer? Esperamos a crise passar? Esperamos um novo ciclo de alta das commodities para financiar a inovação? Não. Precisamos começar agora, com os recursos disponíveis nesse momento nas diversas organizações que compartilham deste entendimento e que também querem se reinventar. Precisamos de um projeto Inovador.”

O Símbolo da Administração I

O Conselho Federal de Administração promoveu em 1979 um concurso nacional para a escolha de um símbolo que o representasse. Para tanto, foram convidados personalidades relacionadas às artes gráficas, como o industrial José E. Mindlin, o especialista em heráldica Adm. Rui Vieira da Cunha, o grafista Adm. Zélio Alves Pinto, o arquiteto Alexandre Wollner, além dos Presidentes dos Conselhos Regionais de Administração do Rio de Janeiro e de São Paulo, Adm. Antônio José de Pinho e Adm. Roberto Carvalho Cardoso, e do Conselheiro Federal Arlindo BragaSenna, para compor um corpo de jurados que deveriam julgar e escolher o Símbolo da Profissão do Administrador.

O Símbolo da Administração II

O concurso recebeu trezentas e nove sugestões, vindas de quase todos os Estados brasileiros. Estes trabalhos foram analisados por sete membros do júri e teve como primeiro resultado a seleção de 40 (quarenta) trabalhos para serem escolhidos na segunda fase de julgamento. No dia 9 de abril de 1980, em Brasília/DF, foram selecionados 10 (dez) trabalhos para uma segunda fase de julgamento. A escolha final, dificílima, devido às linguagens gráficas distintas e oriundas das diversas regiões do país, finalmente legitimou o símbolo já bastante conhecido, que representa em todo o território nacional a profissão do Administrador. O trabalho escolhido foi apresentado por um grupo de Curitiba, denominado “Oficina de Criação”. O símbolo escolhido para identificar a profissão do Administrador tem a seguinte explicação pelos seus autores: “A forma aparece como intermediário entre o espírito e a matéria”. Para Goethe o que está dentro (idéia), está também fora (forma). 1. JUSTIFICATIVA: O quadrado é o ponto para atingir o símbolo, uma condensação expressiva e precisa correspondente ao (intensivo/qualitativo), por contraposição ao (extensivo/quantitativo). O QUADRADO COMO PONTO DE PARTIDA: Uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco; Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão. Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar reunir, arbitra, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão / para um objetivo comum. O quadrado é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, é sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice, (a proposição escolhida). As flechas indicam um caminho, uma meta. A parte de uma premissa, de um princípio de ação (o centro). Considerando o ser humano um elemento pluralista, para atingir estes objetivos, através dos elementos propostos, as flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade; para atingir o mundo das idéias/para obter o supra sumo, chegando a uma meta comum, através de uma exposição prévia de fundamentos, partindo das razões de um parecer. (movimentação) interna das flechas. Fonte: CFA

PENSAMENTO: “A necessidade é a mãe da inovação.” Platão

 

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Diego da Costa
Diego da Costa é Administrador, CRA-SE 203501, Especialista em Marketing, Líder Coach Psicopositivo, Coach ISOR, Conselheiro Federal de Administração representando Sergipe, Associado fundador do Rotary Club de Aracaju Nova Geração, fundador do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe, Consultor e Mentor.

E-mail: diego.costa@crase.org.br