O que é OKR, segunda parte (II)
Blogs e Colunas | Diego da Costa 05/04/2018 14:38 - Atualizado em 10/04/2018 16:10

Artigo interessante do Felipe Castro (felipecastro.com). A seguir, a segunda parte: “ Assim, como o nome indica, o OKR possui dois componentes, o Objetivo e os Key Results: Objetivos são descrições qualitativas memoráveis do que deseja alcançar. Os objetivos devem ser curtos, inspiradores e envolventes. Um Objetivo deve motivar e desafiar a equipe. Key Results são um conjunto de métricas que medem o seu progresso em direção ao Objetivo. Para cada Objetivo, você deve ter um conjunto de 2 a 5 resultados principais. Mais do que isso e ninguém se lembrará deles. Todos os Key Results devem ser quantitativos e mensuráveis. Como Marissa Mayer, ex-vice-presidente do Google, disse: Se não tem um número, não é um Key Result. EXEMPLO UM - Antes de tudo, precisamos de um objetivo. Um exemplo pode ser “criar uma experiência de cliente incrível”. Isso parece ótimo, mas como você pode saber se uma experiência é incrível? Lembre-se: sem medição você não tem um objetivo. É por isso que precisamos de Key Results. Como podemos medir se estamos proporcionando uma experiência de consumo incrível? Duas boas opções seriam Net Promoter Score e Taxa de Recompra. Nossos consumidores sentem-se tão bem conosco a ponto de nos recomendarem e de comprarem conosco novamente? Mas medir o NPS e recompras apenas pode dar a impressão errada. Pode nos encorajar a fazer o cliente feliz a qualquer custo. Dessa forma, podemos incluir uma contramedida, como Custo de Aquisição do Cliente. Queremos fazer nossos clientes felizes enquanto mantemos os custos sob controle. O exemplo completo seria: Objetivo: Criar uma Experiência do Cliente Incrível. Key Results: Melhorar o Net Promoter Score de X para Y. Aumentar a taxa de recompra de X para Y. Manter o Custo de Aquisição do Cliente abaixo de Y.”

 

Desafios da gestão pública I

 

As transformações econômicas, sociais, culturais e tecnológicas geradas pela globalização estão diretamente ligadas ao comportamento da gestão pública no mundo. Tais mudanças requerem uma reinterpretação dos papéis do Estado e uma nova postura da sociedade. Esses são alguns dos pontos a serem abordados no Fórum CFA de Gestão Pública, evento que será realizado pelo Conselho Federal de Administração (CFA) de 6 a 8 de junho, em Brasília. Para o diretor internacional da Fundação Getulio Vargas (FGV) e presidente da International Association of Schools and Institutes of Administration, Bianor Cavalcante, a gestão pública no mundo tem suas particularidades, mas há pontos que são comuns em vários países. A crise de confiança, por exemplo, é frequente em países desenvolvidos ou não. “Pode parecer, mas a corrupção não é exclusividade do Brasil”, diz.

 

Desafios da gestão pública II

 

O professor explica que, no entanto, o Brasil vive problemas muito particulares. Ele cita a atual crise de segurança pública vivida no estado do Rio de Janeiro para justificar sua opinião. De acordo com o professor, trata-se de um processo que vem se arrastando há anos motivado, sobretudo, pela desigualdade social e o poder paralelo. “É uma questão que reflete a dificuldade da gestão pública de um modo geral, em vários setores”, comenta. No caso do Brasil, felizmente, nem tudo é ruim. Ao fazer uma avaliação, Bianor conta que, em relação ao passado, o país evoluiu e a gestão está mais profissionalizada. Setores como o do agronegócio tem sustentado a economia, segundo ele, graças as pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Sobre o Fórum CFA de Gestão Pública - Promovido pelo Conselho Federal de Administração, o Fórum CFA de Gestão Pública (Fogesp) reunirá grandes nomes para debater “Estratégias transformadoras nas relações entre sociedade e o Estado” com o objetivo de promover um debate sobre o assunto e estimular uma transformação na gestão pública brasileira. O evento, estimado para um público de 1.000 pessoas, será voltado para gestores públicos de todas as esferas – federal, estadual e municipal – que estão ocupando cargos estratégicos, gerenciais ou operacionais, profissionais de Administração, profissionais de outras áreas e estudantes. Fonte: Assessoria de Comunicação CFA

 

PENSAMENTO: “Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim.” William Shakespeare

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Diego da Costa
Diego da Costa é Administrador, CRA-SE 203501, Especialista em Marketing, Líder Coach Psicopositivo, Coach ISOR, Conselheiro Federal de Administração representando Sergipe, Associado fundador do Rotary Club de Aracaju Nova Geração, fundador do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe, Consultor e Mentor.

E-mail: diego.costa@crase.org.br


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