Marcio Rocha
20/09/2017 08:57:00
CNC aponta que brasileiros voltaram às compras com recursos do FGTS

O número de brasileiros que foi às compras com os recursos liberados das contas inativas do FGTS foi três vezes maior que o estimado. A informação é da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que informa que 27,8% dos brasileiros que sacaram os valores contidos nas contas inativas, utilizaram o dinheiro para compras no comércio. A informação é resultado do estudo “Sondagem do Consumidor”. A pesquisa inicial mostrou que apenas 9,6% estavam pretensos a usar o dinheiro para bens de consumo. O resultado surpreendeu. O chefe da Divisão Econômica da CNC, Fábio Bentes, lembrou, entretanto, que o crescimento do PIB provocado pelo aumento nas vendas só se manterá se houver resultados positivos no mercado de trabalho. 



Cidade Inteligente

A Câmara Empresarial de Tecnologia da Informação da Federação do Comércio realizou uma reunião na Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo (SEMICT), onde empresários e representantes do setor produtivo dialogaram sobre o programa “Aracaju, Cidade Humana e Criativa”, apresentado pelo secretário Jorge Santana. Em sua apresentação, Santana explicou como funciona uma cidade com maior inserção de ferramentas de Tecnologia, Informação e Comunicação (TIC), formando o projeto “Cidades Inteligentes”, aplicado em várias cidades brasileiras e mundiais. O secretário valorizou a iniciativa, apresentando para os empresários de TI o projeto e destacando que todos podem contribuir para fazer uma cidade mais eficiente, com melhoramento da qualidade de vida e conectividade da popula&cce dil;ão. Com o programa em execução, o secretário espera resultados concretos no desenvolvimento socioeconômico e cultural da cidade onde o principal ator é o cidadão.

 

Startups

A reunião da Câmara da Fecomércio contou também com a apresentação de projetos e soluções das startups locais. Foi apresentado o “Tagpoint”, um mecanismo de comunicação por meio de beacons para celulares que contempla várias funcionalidades, entre elas nas ofertas e descontos exclusivos para o consumidor, no momento em que estiver passando por algum estabelecimento comercial. Também foram mostrados o aplicativo Explicaê, que tem uma plataforma educacional inteligente direcionada para os estudantes que farão o Enem; o Neo Mentoring, que oferece serviços de diversas mentorias para as empresas; e o Permuta Nordeste, um sistema de trocas de produtos e serviços para empresas através de uma moeda de troca.

 

Conquistando o Espaço com Drones

O aperfeiçoamento profissional é uma modalidade de ensino que prepara as pessoas para o mundo do trabalho. Ele serve para atualizar ou complementar os conhecimentos que o trabalhador já possui. Pensando nisso, o Senac de Sergipe tem buscado novas alternativas para qualificar os trabalhadores do comércio sergipano. Em uma de suas inovações, surgiu a oficina “Conquistando o Espaço com Drones”, que ensina a operar os aparelhos, normas de legislação, ética e técnica para trabalhar com o equipamento. O sucesso da turma provocou a abertura de uma segunda oficina, que será iniciada no dia 25 de setembro.

 

Preço do feijão cai 400% em Sergipe, no último ano

A supersafra de feijão em Sergipe trouxe uma notícia excelente para o setor produtivo do estado. A queda drástica no preço para o consumidor e o disparo no aumento das vendas do produto nas feiras e supermercados. O quilo do cereal chegou a custar R$ 12 no mês de novembro do ano passado, hoje está sendo encontrado a R$ 2,50 no comércio de Sergipe. A estimativa de crescimento na tonelagem produzida em terras sergipanas é de 251%, ultrapassando o volume de 9.600 toneladas. A supersafra é o resultado de três fatores, a confiabilidade no cultivo, já que no ano passado houve uma variedade maior de plantações em Sergipe, e deu problema por causa da falta de chuvas aliada ao fator climático, o que forçou o plantio do feijão para este ano, que é uma planta mais resistente, e a distribuição de sementes de forma gratuita com os agricult ores familiares, que deu esse estrondeante resultado. Juntamente com o feijão, a safra de milho também deverá dar resultados muito positivos neste ano.

11/09/2017 16:32:00
Aumentos sucessivos nos combustíveis vão levantar a inflação

Os aumentos recorrentes no preço dos combustíveis não trarão boas notícias nos próximos dias. Já não basta a própria dor de cabeça em ter que comprar gasolina por mais de R$ 4, preço praticado em Aracaju, todo o setor produtivo sofre o impacto com o aumento dos combustíveis. Quase tudo no Brasil, que é um país tecnologicamente atrasado em logística, é transportado por rodovias, ao contrário dos países de primeiro mundo, que utilizam mais os trens para transporte. O aumento de 10,2% na gasolina e elevação de 6% no preço do diesel vão puxar para cima os preços dos produtos brasileiros. Nos próximos dias encontraremos preços mais caros nas gôndolas dos supermercados. Isso não é culpa dos empresários, mas de um governo que mexe aleatoriamente nos seus pre&ccedi l;os administrados. A inflação vai subir, com essa variação dos combustíveis. Aguardem.

 

Efeito não é imediato

Fábio Bentes, chefe da divisão econômica da Confederação Nacional do Comércio (CNC) destaca que o efeito do aumento dos combustíveis nos preços de alimentos não é imediato. Bentes informou que o efeito é gradual e dura entre dois ou três meses. Em algumas classes de despesas, porém, o impacto leva mais tempo, como no grupo de alimentação e bebidas. Nessa categoria, a disseminação demora quatro meses. O que é um alento, uma vez que a queda de preços dos alimentos tem ajudado a desacelerar o custo de vida e, consequentemente, a dar mais poder de compra às famílias. Em contrapartida, o impacto sobre os transportes é imediato. O contágio, no entanto, tem um comportamento diferente. “A contaminação é forte no primeiro mês, depois vai perdendo força gradualmente&rdq uo;, explicou o economista. O impacto da alta dos combustíveis no grupo de transportes foi observado no último resultado do IPCA, após o governo federal aumentar a alíquota de PIS/Cofins, em julho. Em agosto, a inflação dessa categoria de despesas subiu 6,67% em relação ao mês anterior. Foi a maior alta desde fevereiro de 2015, quando os custos com o grupo avançaram 7,95%. Naquela época, sob a Presidência de Dilma Rousseff, o impacto foi causado pelo reajuste da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). Em março de 2015, os custos com combustíveis avançaram 1,08%. No atual cenário, o mesmo efeito não pode ser descartado, avalia Bentes. “Não vai ser o aumento de combustível que vai comprometer a inflação baixa de alimentos e bebidas nos próximos três meses. Ma s, na virada de dezembro para janeiro, devemos ver algum efeito maior sobre esse grupo”, destacou. A estimativa é de que os reajustes acumulados em setembro se unam ao impacto do aumento de PIS/Cofins e pressionem os preços dos alimentos no início de 2018. 

 

Prazo para negociação de dívidas do ICMS termina na terça-feira

Termina amanhã (12), terça-feira, o prazo para adesão ao programa especial de negociação de dívidas de ICMS oferecido pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) conforme o decreto 30.698/2017, que prevê condições diferenciadas para pagamento em até 60 prestações para pendências constituídas até o dia 30 de abril deste ano, contemplando ainda os débitos decorrentes de imposto declarado espontaneamente ou apurados através de Auto de Infração Simplificado Modelo II. Para aderir ao parcelamento, a Sefaz disponibilizou um sistema simplificado para negociação, através do site www.sefaz.se.gov.br, com acesso pelo botão “Serviço” / “ICMS” / “Parcelamento”, solicitando em seguida o parcelamento, assinalando Decreto 30.698/17 no campo “Decreto de Parcela mento”. Pelo site o contribuinte pode fazer todo o encaminhamento da negociação, verificar o valor do débito, fazer a simulação e inclusive emitir o documento de pagamento.

 

Cartão de crédito continua dando dor de cabeça para os sergipanos

Não adianta, o cartão de crédito continua sendo o grande vilão nas dívidas das famílias sergipanas. A Pesquisa de Endividamento e Intenção de Consumo realizada pela Fecomércio (PEIC), mostra que 62,4% da população sergipana se encontra com dívidas no dinheiro de plástico. O número, entretanto, é animador, pois na pesquisa anterior, realizada em junho, o número era de 69% dos sergipanos endividados. A queda no volume de endividamento mostra a tendência de educação financeira da população. As novas regras do cartão de crédito também influenciaram na diminuição do volume de endividamento. Em 2 anos, o índice caiu mais de 20%. Ou seja, é o vilão. Todavia, o povo está aprendendo a usar com responsabilidade.

 

 

Sincor e Boomerang firmam parceria para ampliar clube de vantagens

O Clube de benefícios criado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros de Sergipe, Sincor PLUS, está crescendo a cada dia, com adesão de novos parceiros que promovem descontos especiais para os corretores de seguros associados ao Sincor Sergipe, no volume atual superior a 50 estabelecimentos comerciais, entre eles, academias, óticas, restaurantes, escolas profissionalizantes, locadoras de veículos, farmácias da Rede Sergifar, entre outras empresas parceiras. Pensando na ampliação de seu leque de atendimento e conquista de novos parceiros para compor o quadro de empresas promotoras de vantagens para os corretores de seguros, o presidente do Sincor-SE, Érico Melo firmou uma parceria importante para a expansão das vantagens do Sincor PLUS. Para tanto, foi firmada uma parceria entre o Sincor-SE e o Boomerang Club, uma plataforma inovadora que congrega mais de 300 empresas sergipanas em um cl ube de vantagens para os associados da rede Boomerang em Sergipe. O contrato foi assinado pelo diretor do Boomerang Club, Danilo Barreto, e pelo presidente do Sincor, Érico Melo, já entrando em vigor imediato, levando mais oportunidades de bons negócios para os associados do sindicato. Com a parceria, os corretores de seguros de Sergipe já podem usufruir dos benefícios promovidos pelo Boomerang Club, de descontos de até 70% nos mais de 350 estabelecimentos conveniados Sincor PLUS e Boomerang. Entre os novos parceiros estão lojas de eletrodomésticos, móveis, calçados, telefonia celular, vestuário, peças e acessórios para veículos, entre muitas outras empresas. O presidente do Sincor valorizou a iniciativa de juntar o Sincor PLUS com o Boomerang, destacando que os corretores passam a ter muito mais vantagens para compras e contratação de serviços.  

06/09/2017 13:11:00
Empresas integrantes do Simples querem entrar no Refis

Empresas integrantes do Simples querem entrar no Refis

As empresas integrantes do Simples Nacional aguardam a conclusão das discussões do Refis no Congresso Nacional para pleitear a possibilidade de adesão ao parcelamento de dívidas tributárias. A regulamentação do programa deixa de fora empresas desse modelo de tributação. Um dos motivos é porque elas já tiveram, recentemente, um refinanciamento de débitos próprio. Diante da possibilidade de aumento nos benefícios, com maiores descontos de multas e juros, no entanto, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, argumenta que não é justo que elas sejam deixadas de fora. O parcelamento do Simples foi previsto na lei que modificou as normas do programa e elevou o teto para enquadramento de pequenas e médias empresas. Permitiu a quitação de dívidas (federais, estaduais e municipais) vencidas até maio de 2016 em 12 0 prestações, sem redução de multa e juros. O prazo de adesão foi encerrado em março deste ano, e, segundo a Receita, foram parcelados R$ 12 bilhões em débitos de 137 mil empresas.

 

Senado aprovou a nova taxa de juros do BNDES

O governo conseguiu aprovar ontem a medida provisória que muda a taxa de juros do BNDES. Por 36 votos favoráveis e 14 contrários, o Senado deu o aval para a mudança que promete acabar com os subsídios ocultos às empresas. O texto agora vai à sanção presidencial. Em 2018, a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) começa a ser substituída pela Taxa de Longo Prazo (TLP), que será mais próxima da que é praticada no mercado financeiro. Atualmente, o Brasil capta recursos, paga 9,25% ao ano — o atual patamar da taxa básica, a Selic — e repassa o dinheiro para o BNDES emprestar pela TJLP, que está em 7% ao ano. A diferença, que é custeada pelo País, era muito maior há alguns anos e beneficiou, principalmente, as chamadas “campeãs nacionais”. Algumas são hoje investigadas na Operaç&ati lde;o Lava-Jato. A transição para a TLP vai durar cinco anos. A cada um deles, ela se aproximará de uma taxa de mercado estabelecida com base na NTN-B. Os parlamentares da base aliada justificaram que a mudança aumenta o poder de fogo do Banco Central na hora de combater a inflação. Hoje, mais da metade do crédito no País estão fora do alcance da atuação do BC.

 

Congresso concluiu votação da nova meta fiscal

O Congresso concluiu ontem a votação da proposta da nova meta fiscal do governo. Com isso, o rombo previsto para este ano subiu de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Já a meta de 2018 passou de um déficit de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Agora, o projeto que muda as metas dos dois anos vai à sanção do presidente Michel Temer. O texto principal do projeto que altera a meta tinha sido aprovado na semana passada, mas ainda faltava votar dois destaques apresentados ao texto pela oposição e que foram rejeitados ontem. O projeto foi enviado pelo governo para alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017 e de 2018. As metas fiscais são fixadas na LDO, que estabelece os parâmetros macroeconômicos para a elaboração dos Orçamentos anuais da União. Depois de uma sessão que varou a madrugada na semana passada, ontem a votação foi rápida. O presidente do Congresso e do Senado, Eunício Oliveira (PMDBCE), foi ágil no encaminhamento. O governo precisava mudar a meta dos dois anos. 

 

Gás de cozinha de Sergipe é o mais caro do Nordeste

A Petrobras anunciou ontem um reajuste de 12,2% para o  gás de cozinha, vendido em botijões de até 13 quilos. O aumento foi decidido pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da empresa e começa a vigorar hoje. Aracaju tem o gás de cozinha mais caro do Nordeste, segundo último levantamento de preço da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Pois é, o botijão sobre para quase 80 reais para os sergipanos. Detalhe, o estado é produtor de gás.

 

29/08/2017 06:38:00
Saques nas contas do FGTS injetaram R$ 10,8 bi no varejo

 

 

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que os recursos decorrentes dos saques nas contas inativas do FGTS geraram um impacto positivo de R$ 10,8 bilhões nas vendas do comércio varejista brasileiro entre os meses de março e julho deste ano.

No acumulado de março a julho, esse valor correspondeu a 25% do montante sacado (R$ 44 bilhões, segundo informações preliminares da Caixa Econômica Federal). Esses R$ 10,8 bilhões mensurados pela entidade equivalem a 1,4% das vendas do varejo no período. Quatro dos oito segmentos do varejo positivamente impactados pela disponibilidade dos recursos oriundos do Fundo responderam por 86% dos recursos que se destinaram ao consumo no comércio, a saber: vestuário e calçados (R$ 4,1 bilhões), hiper e supermercados (R$ 2,8 bilhões), artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 1,3 bilhão) e móveis e eletrodomésticos (R$ 1,2 bilhão).

Otimismo cauteloso

Para a CNC, embora os recursos oriundos dos saques nas contas inativas do FGTS venham cumprindo papel relevante na reativação do consumo de bens no Brasil, a recuperação parcial do varejo ao longo de 2017 se insere em um quadro mais amplo de desaceleração dos preços e melhoria das condições de crédito. Segundo a entidade, a consolidação da recuperação do setor como um todo passa, contudo, pela necessária reativação do nível geral de atividade econômica e seus reflexos benignos sobre as condições do mercado de trabalho.

Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação, explica que, apesar da ligeira melhora na performance anual do varejo, a recuperação parcial das vendas ao longo deste ano não se deve, exclusivamente, ao impacto dos recursos provenientes das contas inativas do FGTS sobre as vendas. “Ela se insere em contexto mais amplo de resgate das condições de consumo caracterizado por quedas sucessivas dos preços médios praticados por alguns segmentos do varejo, além do recuo no valor das prestações nas operações de crédito voltadas para as pessoas físicas nos últimos meses”, afirma Bentes.

Vestuário e calçados lideram recuperação do varejo

Com altas significativas em relação ao mesmo período do ano passado, o ramo de vestuário e calçados se destaca no processo de recuperação do varejo em 2017. Na comparação do primeiro semestre deste ano com o mesmo período do ano passado, o avanço do volume de vendas nesse segmento tem sido o mais expressivo entre os 10 ramos que compõem o varejo no conceito ampliado da PMC que apurou alta de 0,3%.

Já o ramo de lojas de móveis e eletrodomésticos avançou 5,9% no primeiro semestre do ano. Mesmo considerando o fraco desempenho das vendas em abril (-0,1%, na comparação com o mesmo mês de 2016), o segundo trimestre de 2017 foi o melhor (+8,8%) percebido por esse segmento desde o período compreendido entre julho e setembro de 2013 (também +8,8%).

Valor médio das parcelas de empréstimos recuou

De forma complementar à evolução mais favorável dos preços, o recuo no valor médio das prestações de empréstimos e financiamentos contraídos pelas pessoas físicas tem favorecido a reação das vendas em segmentos mais dependentes das condições de financiamento. De acordo com cálculos realizados pela CNC, considerando-se a taxa e os prazos médios vigentes das operações com recursos destinados às pessoas físicas, houve recuo nominal de 7,8% no valor médio das parcelas dos empréstimos e financiamentos contraídos nos últimos 12 meses. Segundo dados do Banco Central, nos quatro últimos meses houve avanços na concessão de crédito com recursos livres destinados aos consumidores – fato inédito desde outubro de 2014.

 

01/08/2017 15:05:00
Empresários sergipanos participarão do maior evento atacadista do Brasil

Uma delegação composta por mais de 50 empresários do comércio nas atividades atacadista, distribuidora e varejista participará do maior evento relacionado à cadeia de abastecimento do Brasil, em São Paulo, no período entre 07 e 09 de agosto, quando acontecerá o 37º Encontro Nacional da Cadeia de Abastecimento (Enacab), promovido pela Associação Brasileira de Distribuidores Atacadistas (ABAD).

 

O encontro, voltado para o desenvolvimento da cadeia de abastecimento no Brasil, contará com palestras com personalidades do cenário econômico nacional. Entre eles, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles cenário político e as perspectivas de desenvolvimento do mercado brasileiro no momento político atual, dentro das reformas trabalhista, previdenciária e tributária.

 

Também será discutida uma questão importante nos dias atuais, a sucessão nas empresas familiares, que será abordada por Juscelino Franklin Júnior. Na palestra serão respondidas questões a respeito da profissionalização das empresas familiares, governança e como isso poderá ser ligado aos negócios.

 

Para os jovens empreendedores, Emerson Destro, presidente da ABAD irá palestrar sobre capacitação para o varejo independente, setor de comércio que mais cresce, principalmente no formato de varejo de vizinhança. Além disso, acontecerão diversos painéis e palestras com foco no desenvolvimento empresarial e da cadeia de abastecimento, buscando a maior profissionalização dos empresários.

 

O presidente do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado de Sergipe (Sincadise), e vice-presidente da ABAD, Juliano César Faria Souto, destacou que a participação dos empresários sergipanos será de muita importância para o sucesso do Enacab. Sergipe participará com cerca de 50 empresários no evento.

 

“O Enacab ajuda a melhorar o ciclo da cadeia de abastecimento, considerando que o setor atacadista e distribuidor movimenta mais de 52% do comércio nacional, e para os empresários de Sergipe, o evento ajuda a aumentar a rede de relacionamento, não apenas com os grandes clientes, mas, principalmente com o varejo de vizinhança, que cresce no estado e no país. O sucesso da recuperação da economia está no canal indireto de abastecimento, com seu alinhamento e fortalecendo o empresário, varejo independente e o consumidor, que ganha com as ações de aprimoramento do mercado”, disse Juliano César.

 

O 37º Enacab marcará o aniversário da ABAD e será realizado no São Paulo Expo Exibithion&Convention Center, ocupando uma área de 12 mil metros quadrados e que conta com a expectativa de gerar mais de R$ 25 bilhões em negócios, superando a marca de 20 bilhões movimentados no ano passado.

 

31/07/2017 18:14:00
Trabalhadores conquistam aumento de renda com queda da inflação

O trabalhador que está empregado teve nos últimos meses um aumento de renda por causa da queda da inflação e de acordos salariais com ganhos reais. Por consequência, teve mais recurso disponível para pagar dívidas ou consumir. Isso pode ter dado um alento para o comércio, junto com a liberação das contas inativas do FGTS, como mostram dados de junho da Serasa Experian e da Fenabrave, a entidade que representa os revendedores de veículos. O grande contingente de desempregados, contudo, é uma barreira à melhora mais efetiva no consumo. Além de informações mais positivas no varejo, o mais recente Monitor do PIB, da Fundação Getúlio Vargas, mostra que o consumo das famílias aumentou 0,55% no trimestre até maio, após queda de 0,52% em igual período até fevereiro, feito o ajuste sazonal. 

 

Ânimo para o dia dos pais

 

Os empresários do comércio sergipano estão animados após tomarem conhecimento da Pesquisa de Endividamento e Intenção de Consumo (PEIC), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio), devido aos resultados que mostram o interesse de mais da metade da população em fazer compras para a comemoração do dia dos pais. A variante sazonal da PEIC, realizada em períodos direcionados para datas especiais, apresentam uma série de indicadores que mostram o quadro das famílias sergipanas diante do momento que se aproxima. A PEIC realizada no final do mês de junho e início de julho aponta que 61,1% dos sergipanos irão realizar compras para comemorar o dia dos pais, nos estabelecimentos comerciais. O número é animador e quase chega ao dobro do que foi apresentado no ano anterior, que era de 34%, quando em 2016, o estado atravessava uma das piores fases da crise econômica que atingiu a população.

 

Da CNC para o BNDES

 

O economista Carlos Thadeu de Freitas Gomes tomará posse na próxima semana como diretor financeiro do BNDES com dois objetivos: ampliar os financiamentos para micro e pequenas empresas e retomar as captações de recursos no exterior a fim de reduzir a dependência da instituição do Tesouro Nacional. Thadeu, que foi diretor duas vezes do Banco Central, diz que dinheiro não falta no banco para emprestar às empresas de menor porte, mas é preciso ter foco. O BNDES, segundo o economista, é a instituição que estava faltando em seu currículo. Além das duas passagens pelo BC, foi diretor financeiro da Petrobras, presidiu o Banco da Amazônia (Basa) e comandou a área financeira da extinta Nuclebrás. “É um desafio importante para o qual me chamou o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro”, ressalta. Thadeu, com a ida para o BNDES, deixará a chefia da Divisão Econômica da CNC. Defensor da política de juros mais baixos, acredita que o Banco Central tem uma avenida para levar o País a conviver com uma taxa básica (Selic) mais próxima do mundo civilizado.

 

Indústria manteve recuperação no segundo trimestre

 

Apesar do agravamento da turbulência política, a indústria brasileira manteve o ritmo de recuperação lenta no segundo trimestre. A expectativa é que o desempenho tenha sido positivo, mas a tendência é que uma retomada mais acentuada aconteça apenas no ano que vem, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Indicador Ipea de Produção Industrial indica recuo de 0,1% em junho ante maio na Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), apurada pelo IBGE. No fechamento do trimestre, entretanto, a previsão é de alta de 0,5% em relação ao primeiro trimestre do ano. “O ambiente de incerteza influenciou a confiança, que caiu rapidamente, mas a produção está mostrando uma lenta recuperação, embora não seja possível ver sinais de uma retomada mais forte ainda. Com a queda continuada na taxa de juros, a economia será estimulada”, previu o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo de Castro Souza Junior. Na comparação com 2016, a produção industrial teve expansão de 0,6% em junho deste ano. No segundo trimestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 0,2%, calculou o Ipea.

 

Desemprego diminui

 

O desemprego ficou em 13,0% no trimestre encerrado em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. No período, o Brasil tinha 13,5 milhões de desempregados. Trata-se de um recuo de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre terminado em março de 2017. Ao olhar esta base de comparação, foi a primeira queda estatisticamente importante desde o trimestre terminado em dezembro de 2014, diz o IBGE.

 

Menor endividamento das famílias

 

O endividamento das famílias segue em baixa e registrou o menor patamar desde agosto de 2011. Dados compilados pelo Banco Central mostram que a relação entre o estoque de crédito contratado e renda líquida anualizada fechou maio em 41,53%, ante 41,61% registrado em abril. Em maio de 2016, o endividamento era de 43,66%. 

 

20/07/2017 10:14:00
UNINTER realiza o I Encontro Superior de Integração Acadêmica

O Centro Universitário Internacional (UNINTER), polo Aracaju realizou no último dia 13 a primeira edição do Encontro Superior de Integração Acadêmia (Ensina), para receber os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da unidade de ensino da capital sergipana.

 

O evento de acolhimento aos alunos e apresentação do Centro Universitário para o corpo discente da instituição contou com a participação da professora e consultora especialista em Marketing, Crys Moura, que proferiu uma palestra para os alunos com o tema “Como perder o medo de falar em público”. Moura também conversou com os alunos sobre como o marketing de relacionamento pode ajudar em sua vida profissional e pessoal.

 

Também foi feita a apresentação do ambiente virtual de aprendizagem da universidade, o Univirtus, um sistema inovador, desenvolvido com tecnologia de ponta para tornar o aprendizado por meio de ensino à distância mais fluido e com maior capacidade de absorção de conteúdo por parte dos alunos.

 

Segundo a coordenadora pedagógica da UNINTER, Euvani Guerra, o Univirtus é uma plataforma que está revolucionando a metodologia de ensino à distância, prova disso, é que a instituição conquistou o primeiro lugar, entre as IES de grande porte, com base nas notas obtidas pelos estudantes de EAD no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) do MEC.

 

“O Univirtus é a mais avançada plataforma de ensino à distância do Brasil, com uma alta capacidade de atendimento aos alunos e dotada de possibilidades muito amplas, com sua interface dinâmica e moderna, tornando assim o aprendizado mais consistente, interativo e agradável”, disse.

 

O evento contou também com o sorteio de brindes para os novos e antigos alunos da instituição. O Centro Universitário de Aracaju oferece mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação à distância, para o público sergipano nas áreas de administração, comunicação, ciências biológicas, engenharia, educação física, direito, letras e linguística, gestão pública, gestão de negócios, gestão de saúde, psicologia, serviço social, entre outros.

18/07/2017 10:28:00
Sergipe aponta recuperação no número de empregos
Sergipe apontando uma recuperação no mercado de trabalho. Foram 634 empregos a mais no mês de junho. O setor que mais promoveu novas contratações foi a indústria, o que aponta um cenário positivo para a retomada da atividade industrial do estado.
No total foram 7.474 contratações, contra 6.840 demissões no mês, gerando o saldo positivo. Os setores que apontaram aumento no número de vagas foram a indústria (851), serviços (93), agropecuária (88) e serviços de utilidade pública (41).
Já os que sofreram de vagas no mercado de trabalho foram a construção civil (-385), indústria extrativa mineral (-35), administração pública (-13) e comércio (-6), de acordo com os dados do CAGED.
Desde o ano de 2012, que o mercado de trabalho sergipano não apresentava dados tão animadores no aspecto geração de emprego. Um dos fatores preponderantes para o início da retomada da conquista de vagas no setor industrial é a contratação de mão-de-obra especializada.
O aumento da produção deverá puxar para cima nos próximos meses, o volume de contratação de profissionais no comércio, tanto atacadista quanto varejista. Formando uma cadeia com o setor de serviços, que deve continuar ampliando seu número de contratações.
10/07/2017 13:29:00
Violência provoca queda de R$ 320 milhões no turismo do Estado do Rio de Janeiro em 2017

O Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade nos últimos meses contribuiu decisivamente para uma queda de R$ 320 milhões nas receitas do turismo fluminense. O montante equivale a 42% do total da perda do faturamento do setor (R$ 768,5 milhões) entre janeiro e abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016.

 

A análise também leva em consideração outros fatores que acarretaram na queda de 7,9% no faturamento bruto do setor, como o desemprego, o aumento dos gastos dos brasileiros com viagens ao exterior, a escassez de crédito e a alta base comparativa com a geração de receitas provocadas pelos Jogos Olímpicos de 2016.

 

“Embora outros fatores diretamente relacionados à conjuntura econômica também ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, inegavelmente, o aumento da criminalidade no Rio de Janeiro contribuiu sobremaneira para agravar a perda de dinamismo desse setor no Estado”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

 

Segundo estimativa da CNC, para cada aumento de 10% na criminalidade, a receita bruta das empresas que compõem a atividade turística do Estado recua, em média, 1,8%.

 

O estudo identifica que a sensibilidade ao aumento da violência no Estado é maior nos segmentos mais dependentes do turismo, tais como hospedagem (1,9%) e transporte (2,0%). Já nos segmentos de alimentação e serviços culturais e de lazer, mais ligados à prestação de serviços a residentes, o aumento de 10% na criminalidade no Estado reduz suas receitas em 1,7% e 1,5%, respectivamente.

 

Impacto da criminalidade

 

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ), entre abril de 2016 e o mesmo mês deste ano, o total de ocorrências criminais registradas no Estado aumentou +6,4%. Dentre as principais modalidades de crime, os roubos a bancos, a caixas eletrônicos, os roubos com condução de saque e de bicicletas mais do que dobraram (+107,7%). Ainda de forma expressiva, destacaram-se os registros de roubos em coletivos (+77,6%) e roubos de aparelhos celulares (+73,0%).

 

A CNC avalia que, embora o turista não seja frequentemente vítima direta da maior parte dos crimes registrados, o avanço da criminalidade nos últimos meses e a consequente queda na percepção de segurança contribuíram decisivamente para a queda no nível de atividade do setor no Estado do Rio de Janeiro.

 

A perda de R$ 320 milhões, atribuída à violência em 2017, que equivale ao faturamento de 4,5 dias do turismo local, impactou de forma significativa o segmento de bares e restaurantes (R$ 167,2 milhões), seguido pelas atividades de transportes, agências de viagens e locadoras de veículos (R$ 105,5 milhões), hotéis, pousadas e similares (R$ 47,8 milhões) e por atividades culturais e de lazer (R$ 7,2 milhões).

 

Para o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC, que é empresário da hotelaria, Alexandre Sampaio, os dados vão ao encontro da realidade vivenciada pelos hoteleiros do Estado. “A violência afeta o turismo porque dilapida a imagem do Rio de Janeiro, o próprio brasileiro não quer mais visitar o Rio. Essa é uma realidade perversa, ampliada pela crise econômica do País e do Estado. E o impacto no turismo e em segmentos como hotelaria e alimentação reflete em mais de 50 segmentos da economia”, afirma o hoteleiro carioca.

 

Desemprego afeta o consumo

 

Dentre os demais fatores que também impactaram as atividades turísticas no Estado, a evolução desfavorável do mercado de trabalho limitou a capacidade de consumo desse tipo de serviço nos últimos meses. Embora o salário habitual do trabalho tenha crescido 2,6% no trimestre compreendido entre fevereiro e abril de 2017 e o mesmo período de 2016, a taxa de desocupação avançou de 11,2% para 13,6%, provocando um incremento de 2,6 milhões no contingente de desempregados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD contínua).

 

Mais viagens ao exterior

 

Outro aspecto negativo para o turismo interno, a queda de aproximadamente 10% na taxa de câmbio, voltou a estimular gastos de brasileiros no exterior, em detrimento do consumo de serviços turísticos no Brasil. De acordo com o Banco Central, nos cinco primeiros meses deste ano, quando comparadas ao mesmo período de 2016, houve uma retração de 2,6% nos gastos com o turismo doméstico e um crescimento de 41,4% nas despesas com viagens para fora do País.

 

07/07/2017 09:43:00
Setor atacadista distribuidor cresce 9,9% em maio no Brasil

 

 

A redução da taxa básica de juros, a inflação controlada e o desemprego estável ajudaram a melhorar as expectativas no setor atacadista distribuidor. Segundo a pesquisa mensal da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados), apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração), o faturamento foi influenciado positivamente pelo cenário favorável. A retomada econômica poderia estar encaminhada não fosse a persistente turbulência no campo político, que influencia diretamente a confiança de consumidores e empresários.

 

De acordo com a pesquisa, o faturamento do setor, em termos reais, cresceu +9,9% em maio em relação a abril. Na comparação com o mesmo mês de 2016, a alta foi de +0,84%. No acumulado do ano (de janeiro a maio), o estudo mostra retração de -5,27% ante o mesmo período de 2016. Em termos nominais, houve crescimento de +9,43% em maio em relação ao mês anterior; de +4,47% em relação maio de 2016; e novamente retração no acumulado do ano: -1,03%.

 

“Depois de alguns meses negativos, começamos a vislumbrar a retomada econômica a partir da melhora de alguns indicadores, principalmente inflação, taxa de juros e desemprego. Infelizmente, contudo, a interferência do cenário político é grande na economia real. E as constantes reviravoltas inspiram cautela e dificultam as previsões”, afirma Emerson Luiz Destro, presidente da ABAD. Para ele, não fosse a instabilidade política, haveria grande expectativa em relação ao segundo semestre, que é tradicionalmente o melhor período do setor.

 

Convenção Anual

           

De 7 a 9 de agosto, a ABAD realiza sua 37ª Convenção Anual – ABAD 2017 SÃO PAULO, no São Paulo Expo. Na cerimônia de abertura do evento, a palestra inaugural será seguida do painel político-econômico “Brasil e suas Reformas”, que vai debater a importância das reformas estruturais para o país. Foram convidados para o debate o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro da Economia, Henrique Meirelles e os deputados federais relatores das reformas tributária, previdenciária e trabalhista. Veja todos os detalhes da programação no site: abad.com.br/abad2017saopaulo/

 

Sobre a ABAD

 

A ABAD representa nacionalmente um setor que faturou mais de R$ 250 bilhões em 2016. Atendendo diariamente mais de um milhão de pontos de venda em todos os 5.570 municípios do país, os atacadistas e distribuidores cumprem importante papel social, pois, além de dar capilaridade à distribuição de produtos industrializados essenciais por todo o território nacional, é responsável por movimentar as economias locais, gerando mais de 480 mil empregos diretos e 5 milhões de empregos indiretos nos estabelecimentos varejistas do país.

 

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Colunista Marcio Rocha
Marcio Rocha é jornalista formado pela UNIT e radialista formado pela UFS, especializado em economia, com experiência de quase 20 anos na comunicação sergipana.
Marcio Rocha

 

O conteúdo desta publicação é de responsabilidade do colunista.

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