Marcio Rocha
20/07/2017 10:14:00
UNINTER realiza o I Encontro Superior de Integração Acadêmica

O Centro Universitário Internacional (UNINTER), polo Aracaju realizou no último dia 13 a primeira edição do Encontro Superior de Integração Acadêmia (Ensina), para receber os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação da unidade de ensino da capital sergipana.

 

O evento de acolhimento aos alunos e apresentação do Centro Universitário para o corpo discente da instituição contou com a participação da professora e consultora especialista em Marketing, Crys Moura, que proferiu uma palestra para os alunos com o tema “Como perder o medo de falar em público”. Moura também conversou com os alunos sobre como o marketing de relacionamento pode ajudar em sua vida profissional e pessoal.

 

Também foi feita a apresentação do ambiente virtual de aprendizagem da universidade, o Univirtus, um sistema inovador, desenvolvido com tecnologia de ponta para tornar o aprendizado por meio de ensino à distância mais fluido e com maior capacidade de absorção de conteúdo por parte dos alunos.

 

Segundo a coordenadora pedagógica da UNINTER, Euvani Guerra, o Univirtus é uma plataforma que está revolucionando a metodologia de ensino à distância, prova disso, é que a instituição conquistou o primeiro lugar, entre as IES de grande porte, com base nas notas obtidas pelos estudantes de EAD no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) do MEC.

 

“O Univirtus é a mais avançada plataforma de ensino à distância do Brasil, com uma alta capacidade de atendimento aos alunos e dotada de possibilidades muito amplas, com sua interface dinâmica e moderna, tornando assim o aprendizado mais consistente, interativo e agradável”, disse.

 

O evento contou também com o sorteio de brindes para os novos e antigos alunos da instituição. O Centro Universitário de Aracaju oferece mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação à distância, para o público sergipano nas áreas de administração, comunicação, ciências biológicas, engenharia, educação física, direito, letras e linguística, gestão pública, gestão de negócios, gestão de saúde, psicologia, serviço social, entre outros.

18/07/2017 10:28:00
Sergipe aponta recuperação no número de empregos
Sergipe apontando uma recuperação no mercado de trabalho. Foram 634 empregos a mais no mês de junho. O setor que mais promoveu novas contratações foi a indústria, o que aponta um cenário positivo para a retomada da atividade industrial do estado.
No total foram 7.474 contratações, contra 6.840 demissões no mês, gerando o saldo positivo. Os setores que apontaram aumento no número de vagas foram a indústria (851), serviços (93), agropecuária (88) e serviços de utilidade pública (41).
Já os que sofreram de vagas no mercado de trabalho foram a construção civil (-385), indústria extrativa mineral (-35), administração pública (-13) e comércio (-6), de acordo com os dados do CAGED.
Desde o ano de 2012, que o mercado de trabalho sergipano não apresentava dados tão animadores no aspecto geração de emprego. Um dos fatores preponderantes para o início da retomada da conquista de vagas no setor industrial é a contratação de mão-de-obra especializada.
O aumento da produção deverá puxar para cima nos próximos meses, o volume de contratação de profissionais no comércio, tanto atacadista quanto varejista. Formando uma cadeia com o setor de serviços, que deve continuar ampliando seu número de contratações.
10/07/2017 13:29:00
Violência provoca queda de R$ 320 milhões no turismo do Estado do Rio de Janeiro em 2017

O Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a criminalidade nos últimos meses contribuiu decisivamente para uma queda de R$ 320 milhões nas receitas do turismo fluminense. O montante equivale a 42% do total da perda do faturamento do setor (R$ 768,5 milhões) entre janeiro e abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016.

 

A análise também leva em consideração outros fatores que acarretaram na queda de 7,9% no faturamento bruto do setor, como o desemprego, o aumento dos gastos dos brasileiros com viagens ao exterior, a escassez de crédito e a alta base comparativa com a geração de receitas provocadas pelos Jogos Olímpicos de 2016.

 

“Embora outros fatores diretamente relacionados à conjuntura econômica também ajudem a explicar a queda de atividade no turismo fluminense, inegavelmente, o aumento da criminalidade no Rio de Janeiro contribuiu sobremaneira para agravar a perda de dinamismo desse setor no Estado”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

 

Segundo estimativa da CNC, para cada aumento de 10% na criminalidade, a receita bruta das empresas que compõem a atividade turística do Estado recua, em média, 1,8%.

 

O estudo identifica que a sensibilidade ao aumento da violência no Estado é maior nos segmentos mais dependentes do turismo, tais como hospedagem (1,9%) e transporte (2,0%). Já nos segmentos de alimentação e serviços culturais e de lazer, mais ligados à prestação de serviços a residentes, o aumento de 10% na criminalidade no Estado reduz suas receitas em 1,7% e 1,5%, respectivamente.

 

Impacto da criminalidade

 

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ), entre abril de 2016 e o mesmo mês deste ano, o total de ocorrências criminais registradas no Estado aumentou +6,4%. Dentre as principais modalidades de crime, os roubos a bancos, a caixas eletrônicos, os roubos com condução de saque e de bicicletas mais do que dobraram (+107,7%). Ainda de forma expressiva, destacaram-se os registros de roubos em coletivos (+77,6%) e roubos de aparelhos celulares (+73,0%).

 

A CNC avalia que, embora o turista não seja frequentemente vítima direta da maior parte dos crimes registrados, o avanço da criminalidade nos últimos meses e a consequente queda na percepção de segurança contribuíram decisivamente para a queda no nível de atividade do setor no Estado do Rio de Janeiro.

 

A perda de R$ 320 milhões, atribuída à violência em 2017, que equivale ao faturamento de 4,5 dias do turismo local, impactou de forma significativa o segmento de bares e restaurantes (R$ 167,2 milhões), seguido pelas atividades de transportes, agências de viagens e locadoras de veículos (R$ 105,5 milhões), hotéis, pousadas e similares (R$ 47,8 milhões) e por atividades culturais e de lazer (R$ 7,2 milhões).

 

Para o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC, que é empresário da hotelaria, Alexandre Sampaio, os dados vão ao encontro da realidade vivenciada pelos hoteleiros do Estado. “A violência afeta o turismo porque dilapida a imagem do Rio de Janeiro, o próprio brasileiro não quer mais visitar o Rio. Essa é uma realidade perversa, ampliada pela crise econômica do País e do Estado. E o impacto no turismo e em segmentos como hotelaria e alimentação reflete em mais de 50 segmentos da economia”, afirma o hoteleiro carioca.

 

Desemprego afeta o consumo

 

Dentre os demais fatores que também impactaram as atividades turísticas no Estado, a evolução desfavorável do mercado de trabalho limitou a capacidade de consumo desse tipo de serviço nos últimos meses. Embora o salário habitual do trabalho tenha crescido 2,6% no trimestre compreendido entre fevereiro e abril de 2017 e o mesmo período de 2016, a taxa de desocupação avançou de 11,2% para 13,6%, provocando um incremento de 2,6 milhões no contingente de desempregados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD contínua).

 

Mais viagens ao exterior

 

Outro aspecto negativo para o turismo interno, a queda de aproximadamente 10% na taxa de câmbio, voltou a estimular gastos de brasileiros no exterior, em detrimento do consumo de serviços turísticos no Brasil. De acordo com o Banco Central, nos cinco primeiros meses deste ano, quando comparadas ao mesmo período de 2016, houve uma retração de 2,6% nos gastos com o turismo doméstico e um crescimento de 41,4% nas despesas com viagens para fora do País.

 

07/07/2017 09:43:00
Setor atacadista distribuidor cresce 9,9% em maio no Brasil

 

 

A redução da taxa básica de juros, a inflação controlada e o desemprego estável ajudaram a melhorar as expectativas no setor atacadista distribuidor. Segundo a pesquisa mensal da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados), apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração), o faturamento foi influenciado positivamente pelo cenário favorável. A retomada econômica poderia estar encaminhada não fosse a persistente turbulência no campo político, que influencia diretamente a confiança de consumidores e empresários.

 

De acordo com a pesquisa, o faturamento do setor, em termos reais, cresceu +9,9% em maio em relação a abril. Na comparação com o mesmo mês de 2016, a alta foi de +0,84%. No acumulado do ano (de janeiro a maio), o estudo mostra retração de -5,27% ante o mesmo período de 2016. Em termos nominais, houve crescimento de +9,43% em maio em relação ao mês anterior; de +4,47% em relação maio de 2016; e novamente retração no acumulado do ano: -1,03%.

 

“Depois de alguns meses negativos, começamos a vislumbrar a retomada econômica a partir da melhora de alguns indicadores, principalmente inflação, taxa de juros e desemprego. Infelizmente, contudo, a interferência do cenário político é grande na economia real. E as constantes reviravoltas inspiram cautela e dificultam as previsões”, afirma Emerson Luiz Destro, presidente da ABAD. Para ele, não fosse a instabilidade política, haveria grande expectativa em relação ao segundo semestre, que é tradicionalmente o melhor período do setor.

 

Convenção Anual

           

De 7 a 9 de agosto, a ABAD realiza sua 37ª Convenção Anual – ABAD 2017 SÃO PAULO, no São Paulo Expo. Na cerimônia de abertura do evento, a palestra inaugural será seguida do painel político-econômico “Brasil e suas Reformas”, que vai debater a importância das reformas estruturais para o país. Foram convidados para o debate o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro da Economia, Henrique Meirelles e os deputados federais relatores das reformas tributária, previdenciária e trabalhista. Veja todos os detalhes da programação no site: abad.com.br/abad2017saopaulo/

 

Sobre a ABAD

 

A ABAD representa nacionalmente um setor que faturou mais de R$ 250 bilhões em 2016. Atendendo diariamente mais de um milhão de pontos de venda em todos os 5.570 municípios do país, os atacadistas e distribuidores cumprem importante papel social, pois, além de dar capilaridade à distribuição de produtos industrializados essenciais por todo o território nacional, é responsável por movimentar as economias locais, gerando mais de 480 mil empregos diretos e 5 milhões de empregos indiretos nos estabelecimentos varejistas do país.

 

06/07/2017 10:30:00
Supermercados estarão abertos no domingo após o feriado

 

No dia da Emancipação Política de Sergipe, 08 de julho, sábado, os hipermercados, mercearias e minimercados de Sergipe estarão fechados, em virtude de não acordado em negociação coletiva.

 

Entretanto, ratificando nosso compromisso com os consumidores e clientes dos estabelecimentos comerciais do ramo supermercadista, todas as lojas dos supermercados abrirão normalmente no próximo domingo, 09, visando a comodidade dos consumidores para suas compras.

 

Segundo o presidente do Sincovese, Abel Gomes da Rocha, a abertura das lojas aos domingos é importante após o feriado. “Não tínhamos intenção de fechar as lojas neste sábado, mas por ser um feriado que não foi incluso na Convenção Coletiva. Contudo, ressaltamos nosso compromisso com os clientes de supermercados mantendo o funcionamento das lojas aos domingos. Garantindo assim, a oportunidade de as pessoas fazerem suas compras, mesmo após um feriado no qual deveríamos estar em funcionamento”.

04/07/2017 14:58:00
Comércio pode abrir neste sábado de feriado, supermercados não


Apesar de sábado, 08 de julho, ser feriado estadual, por conta da emancipação política de Sergipe, o comércio pode abrir suas portas normalmente fruto de acordo coletivo de trabalho celebrado entre os sindicatos patronal e empregado.


Segundo Gilson Figueiredo, presidente do Sindilojas, as lojas poderão funcionar normalmente das 9 às 13h, desde que obedeça aos ditames do acordo coletivo de trabalho, com compensações para os comerciários. Nos shoppings centers, o horário será das 14 às 20h.


Ele também faz um apelo para que os lojistas adiram ao funcionamento do comércio neste sábado, “até como forma de reavermos ou tentar recuperar vendas, já que os meses anteriores não renderam bem para todo o comércio”.


O apelo é reforçado pelo presidente da FCDL/Sergipe, Edivaldo Cunha, que vê na celebração do acordo com os trabalhadores do comércio “oportunidades para os dois lados, já que temos tentar incrementar as vendas e também respeitar os direitos trabalhistas beneficiando-os num dia considerado feriado”.

 

Supermercados

 

A Associação Sergipana de Supermercados (ASES) informa que no dia da Emancipação Política de Sergipe, 8 de julho, sábado, os estabelecimentos comerciais de supermercado, hipermercados, mercearias e minimercados de Sergipe estarão fechados.

O motivo é que a data não entrou na negociação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria que concede a abertura dos estabelecimentos em feriados. Portando, todo o comércio varejista de gêneros alimentícios fecha neste dia, por determinação legal e por previsão na CCT.

A concessão de funcionamento para os próximos feriados foi permitida para o dia 12 de outubro e 15 de novembro.

29/06/2017 12:38:00
Percentual de famílias endividadas recua pelo segundo mês consecutivo em junho

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias endividadas alcançou 56,4% em junho de 2017, uma queda de 1,2 ponto percentual ante maio. O indicador também ficou abaixo dos 58,1% observados no mesmo período do ano passado.
 

“A redução recente dos indicadores que apontam o percentual de famílias endividadas sinaliza um ritmo ainda fraco de concessão de empréstimos e financiamentos para as famílias, bem como a redução na margem do custo de crédito”, explica Marianne Hanson, economista da CNC.


Inadimplência aumenta
 

Apesar da segunda queda mensal do percentual de famílias endividadas, a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso teve aumento, alcançando 24,3% em junho, ante 24,2% em maio e 23,5% em junho de 2016.
 

A parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, teve leve aumento na comparação mensal. Foram 9,6% em junho, ante 9,5% em maio. Na comparação anual, o indicador também cresceu 0,5 ponto percentual. Segundo a CNC, o custo elevado do crédito e o patamar ainda alto do desemprego vêm impactando a capacidade das famílias pagarem as contas em dia.


Embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado leve alta na comparação mensal – de 13,7% para 13,8% –, na comparação anual teve queda de 1,2 ponto percentual.


Prazo
 

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 62,8 dias em junho de 2017, superior aos 62,4 dias de junho de 2016. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,1 meses, sendo que 32,9% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 21,4% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.


Para 76,9% das que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (15,2%), crédito pessoal (11,1%) e financiamento de carro (10,1%).


A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

 

*A Fecomércio divulgará sua PEIC até a próxima segunda-feira (03), quando trará uma informação surpreendente para os sergipanos.
 

27/06/2017 10:32:00
Presidente Temer afirma que vitória no plenário “é certíssima”

 

O presidente Michel Temer afirmou ontem que a vitória do governo na votação da reforma trabalhista no plenário do Senado "é certíssima". Depois da derrota na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o presidente convocou de última hora uma entrevista coletiva em Moscou, na Rússia, para onde viajou em missão oficial, para assegurar que vai reverter o resultado. Temer fez questão de dizer que a derrota é "muito natural", porque os projetos passam por várias comissões. "O que importa é o plenário", disse. "O plenário vai decidir e lá o governo vai ganhar. É maioria simples." A linha de raciocínio foi adotada com o mesmo padrão por pelo menos cinco ministros de Estado, além de lideranças no Congresso, que deram entrevistas ou postaram vídeos nas redes sociais minimizando a rejeição do texto pelos senadores da CAS. Mas a declaração mais contundente veio do ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, que nominou parlamentares governistas que votaram contra a medida e criticou diretamente o aliado PSDB pela derrota.

 

 

Derrota na votação demonstra desarticulação do governo

 

Economistas que acompanham o ajuste ficaram surpresos com a derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. A proposta perdeu por um voto – foram dez a nove no placar final. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, há consenso de que sinalizou “falta de articulação do governo” em relação a uma questão vital. A expectativa é que sirva de alerta. A economista-chefe da gestora XP Investimentos, Zeina Latif, acredita na possibilidade de recuperação, mas lamentou a derrota. “Não é questão de jogar a toalha, mas a derrota numa simples comissão passou a imagem de um governo desarticulado”, disse ela. Na avaliação de Zeina, a reforma trabalhista será aprovada e algumas medidas da reforma da Previdência irão passar. Não existiria a possibilidade de, no curto prazo, o País ser vítima de uma onda de mau humor equivalente à registrada no período pré-impeachment. “Apenas um desastre eleitoral, com a posse de um novo presidente completamente desvinculado das reformas e o ajuste fiscal poderia nos levar a um cenário de tamanha deterioração”, diz. A derrota, por outro lado, pode ter um efeito positivo, na avaliação do especialista em finanças públicas, Raul Velloso, se o governo deixar de lado o clima de já ganhou no Congresso e retomar a atenção.

 

 

Efeito no mercado financeiro foi imediato

 

Os investidores foram surpreendidos ontem pela decisão da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado de rejeitar o relatório da reforma trabalhista. A aprovação, que era dada como certa, fez aumentar a incerteza em relação à reforma da Previdência, assunto mais polêmico e que vai exigir mais coesão da base aliada do governo. A reforma previdenciária é considerada essencial para equilibrar o déficit das contas públicas. O efeito da decisão da CAS sobre o mercado financeiro foi imediato. O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores, caiu 2,01% e ficou em 60.766 pontos, com giro financeiro de R$ 6,6 bilhões. O dólar comercial subiu 1,32%, para R$ 3,332, a maior valorização desde 18 de maio, data em que a moeda disparou mais de 8% após o caso JBS. As taxas de juros futuros de prazo mais longo tiveram o maior salto em um mês. 

 

 

Estudo mostra impacto da reforma trabalhista na geração de empregos

 

A reforma trabalhista pode gerar 2,3 milhões de empregos no País em pouco mais de um ano, informa O Globo com base em estudo do Santander. A estimativa leva em consideração a flexibilização de regras e consequente redução de custos para o empregador, que voltaria a contratar. Os autores admitem, no entanto, que esse é um processo que causará perdas para uma parcela dos trabalhadores, principalmente aqueles com menor qualificação. Por isso, destacam a necessidade de políticas de proteção social que amenizem esses efeitos. O cálculo do banco leva em consideração o nível de regulamentação do mercado de trabalho brasileiro. A principal base para as conclusões é um relatório do Instituto Fraser que atribui notas a 159 países, de acordo com o grau de flexibilidade nas relações trabalhistas. São levados em conta fatores como regras e custos para contratar e demitir, facilidade para fechar negociações coletivas e regras sobre jornada de trabalho. Na última edição, divulgada em 2016 com base em dados de 2014, o Brasil aparece na 144ª posição, com nota 4,5. O líder era Hong Kong, com nota 9,4. O estudo aponta que há uma relação entre a chamada nota de rigidez e a taxa de desemprego nos países. Quanto maior a nota — ou seja, quanto menor a rigidez —, menor a taxa de desemprego.

 

 

Arrecadação de R$ 97,7 bilhões foi a pior em sete anos

 

Os recentes números da economia que mostram que o pior da recessão já passou ainda não tiveram reflexo no pagamento de tributos ao governo federal. Ao contrário, a arrecadação voltou a cair em maio. De acordo com a Receita Federal, a União recolheu R$ 97,7 bilhões em impostos e contribuições no mês passado, o pior resultado para maio nos últimos sete anos. A expectativa de integrantes da equipe econômica era que a arrecadação já começasse a dar sinais de melhora. No entanto, a retomada de alguns setores ainda não se traduziu em mais recursos nos cofres da União. A recuperação foi forte apenas na agricultura, setor que paga pouco imposto e que exporta muito, ou seja, segmento econômico com baixo poder de alavancagem de arrecadação. 

 

 

21/06/2017 14:50:00
Vendas de veículos cresceram 30% em maio

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE), indicou que as vendas de veículos novos no estado totalizaram 1.491 unidades, no quinto mês do ano.

 

O número de veículos novos, aqui referido, diz respeito a soma dos montantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados, pela primeira vez, no período em análise. O primeiro emplacamento do veículo é considerado como venda, por causa do prazo estabelecido em lei para isto. Ou seja, o prazo é de 15 (quinze) dias consecutivos após a data de saída do veículo da loja, localizada no estado.

 

Em termos relativos, verificou-se alta de 30,1%, tanto em relação ao mês de abril de 2016, quanto em comparação ao mês imediatamente anterior, abril último. Com os dados de maio, as vendas realizadas nos cinco primeiros meses do ano, situaram-se 6,2% acima do verificado no mesmo intervalo do ano passado.

 

 

Vendas por segmento em Maio/2017

As vendas de automóveis e comerciais leves chagaram a 1.449 unidades, apresentando alta de 30,9% quando comparado com o mesmo mês do ano passado. Já em relação ao mês imediatamente anterior, abril deste ano, a alta foi de 30,8%.

De janeiro a maio do ano andante, as vendas do segmento ficaram 7,3% acima do mesmo intervalo de 2016.

Entre os veículos pesados, o segmento de caminhões registrou vendas de 35 unidades, ao passo que o segmento de ônibus comercializou apenas sete unidades.

 

 

Outros segmentos

As vendas e o licenciamento de ciclomotores, motocicletas e motonetas, a partir de 50 cilindradas, de acordo com a Lei 13.154/2015, somaram 1.349 unidades.

 

Informações da FIES

 

19/06/2017 10:59:00
Reforma do PIS/Cofins poderá destroçar economia sergipana

A equipe econômica concluiu as medidas necessárias para levar adiante uma proposta de reforma tributária desenhada pelo governo antes da crise política provocada pela delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Segundo a Folha de S. Paulo, a meta do presidente Michel Temer é obter até o próximo ano a aprovação da reforma, que seria executada em três etapas, alterando regras do PIS, da Cofins e do ICMS, e unificando tributos das três esferas de governo. Uma medida provisória com mudanças nas regras do PIS deve ser enviada ainda neste mês ao Congresso. Ele representa cerca de 4% da arrecadação do governo federal.

 

Viriam depois mudanças na Cofins, que responde por 16%. O governo quer reduzir o número de alíquotas do PIS de cerca de 30 para duas e simplificar o sistema para compensação de créditos nas compras de matérias primas e insumos pelas empresas. No passo seguinte, o plano da equipe econômica é propor mudanças no ICMS, principal fonte de receita dos Estados. O governo quer extinguir em cinco anos benefícios concedidos a exportadores e limitar a mais 15 anos a validade dos incentivos fiscais concedidos a indústrias. 

 

A Receita Federal sugeriu essas mudanças na forma de cobrança do PIS/COFINS. Da forma que eles querem que aconteça será uma tragédia para Sergipe. É desemprego em massa na certa! O perigo para a economia sergipana é substancial e superlativo.

 

A RF quer aumentar o imposto, porém, haverá abatimento para aqueles que comprarem mais insumos. A intenção é aumentar as vendas de fornecedores dos insumos e ao mesmo tempo aquecer a economia. Entretanto, vai provocar um aumento na concentração de capital nos estados mais industrializados (o que não é o caso de Sergipe) e para setores específicos. Para o nosso estado, que tem a economia baseada no comércio de mercadorias e serviços que compõem 70% do PIB sergipano, de acordo com a Fecomércio, que não demandam a de compra de insumos em grande volume, haverá um impacto inflacionário grande, cortes nas contratações, demissões e mais uma vez a temida retração econômica, que pode acentuar o quadro de depressão da economia local.

 

Poucas pessoas além de especialistas estão atentando para o assunto. Se isto se concretizar o gosto amargo da crise permanecerá por muito mais tempo. Se houver mais depressão econômica em nosso estado, nem o funcionalismo público será poupado e nos tornaremos um novo Rio de Janeiro, salvo as devidas proporções, já que o resultado de tributação excessiva é a frustração de receitas. Se não houver dinheiro, como pagar funcionário público?

 

Laércio na OIT

 

O deputado federal Laércio Oliveira está em Genebra, na Suíça, participando da Conferência Internacional do Trabalho onde estão sendo discutidos temas como migração, direitos e princípios fundamentais do trabalho e paz. A OIT excluiu o Brasil da lista de possíveis infratores das normas trabalhistas internacionais. Com isso, a entidade não avaliza as acusações de que a modernização das leis do trabalho no país poderão infringir direitos do trabalhador.

 

A Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgou uma lista de 24 países que terão que prestar esclarecimentos sobre possíveis desrespeitos às normas da organização. Estão nessa lista países como Malásia, Polônia, Ucrânia, Reino Unido, Venezuela e Paraguai.

 

“O Brasil está modernizando a sua lei para gerar empregos. É o reconhecimento internacional de que a nossa modernização das leis trabalhistas não infringe qualquer direito”, disse Laércio Oliveira.

 

O projeto de lei não altera qualquer direito constitucional. A jornada de trabalho semanal não vai mudar. As disposições relativas ao trabalho intermitente visam trazer à formalidade milhares de trabalhadores que atualmente não gozam de proteção social

 

Índice da FGV mostra o aumento da incerteza entre os empresários

 

Os desdobramentos da crise política deflagrada após a revelação do conteúdo das denúncias da JBS contra o presidente Michel Temer já aparecem nas sondagens de confiança, um sinal de como a economia reagiu à onda de turbulência. Segundo o economista Aloísio Campelo, superintendente de estatísticas públicas do Ibre/FGV, o índice de Incerteza Empresarial (IIE) apresentava queda de 3 pontos até o dia 17 de maio, quando foi divulgado o conteúdo da conversa comprometedora entre Temer e o empresário Joesley Batista. Depois, encerrou o mês com alta de 9 pontos. “Esse índice chegou quase 146 pontos em setembro de 2015, vinha caindo, mas o que é mais importante é que, no caso desse indicador, cujo carro-chefe é a captação de perguntas do tema incerteza em matérias sobre economia em várias fontes, houve uma guinada muito grande. Todo mundo percebeu que a incerteza entrou no noticiário. É uma alta expressiva”, 
afirmou Campelo.

 

Reforma trabalhista avança e será votada na CCJ no dia 28

 

O governo deu ontem mais um passo para aprovar a reforma trabalhista e conseguiu ler o parecer do relator, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Como informa O Globo, um acordo firmado com o Legislativo prevê que o texto seja votado na CAS na próxima terça-feira e apresentado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia seguinte. A previsão de votação na CCJ é 28 de junho, quando o texto ficará disponível para apreciação em plenário. Foi a primeira movimentação após vitória do presidente Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a permanência do PSDB na base governista. O apoio à reforma, porém, serve pouco como termômetro para a força do presidente no Congresso, porque esta já foi abraçada pelos partidos da base, de forma independente de Temer. O texto lido foi o mesmo apresentado à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no qual o relator sugere seis itens a serem vetados pelo presidente, conforme acordo já firmado com o Palácio do Planalto. Dessa forma, o Senado não mexe diretamente no texto durante sua tramitação e evita que ele tenha de voltar para a Câmara, o que atrasaria sua sanção.

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Colunista Marcio Rocha
Marcio Rocha é jornalista formado pela UNIT e radialista formado pela UFS, especializado em economia, com experiência de quase 20 anos na comunicação sergipana.
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