Diego da Costa
11/12/2017 11:22:00
Metas que desafiam

Este momento de final de ano é propício para fazermos uma reflexão sobre o que vamos fazer em 2018 e recorrer a um escritor que fala sobre o tema pode nos ajudar: Mark Murphy é autor do livro “Metas que desafiam: a ciência dos feitos extraordinários”. Escreve ele: “Você é a razão de eu ter escrito este livro. Com todos os desafios e as oportunidades com que deparamos em nossa empresa, em nossa família, em nossa carreira, em nossa vida pessoal e até mesmo em nosso país, nada mais útil do que realizarmos grandes feitos. Mas de onde é que vêm esses grandes feitos? Por que algumas pessoas conseguem tanto, ao passo que outras ficam falando sozinhas? Bem, para encontrar a resposta, podemos observar alguns empreendedores reais, em diversos ramos de atividade. Existe a mulher que trabalha e é capaz de perder dez quilos (e consegue manter essa forma), sendo promovida à diretoria da empresa e também encontrando tempo para comparecer a todos os grandes eventos da escola do filho – e que além de tudo está se preparando para correr sua quarta maratona este ano. Existe um sujeito que consegue guardar US$ 2 milhões no banco com um salário de professor. Também sei de um empresário que abriu uma empresa durante uma das piores recessões de todos os tempos e aumentou suas vendas em 1.200% no primeiro ano. E, é claro, existem CEOs famosos, como Steve Jobs e Jeff Bezos, o tipo de pessoa que nos deixa admirado com os produtos surpreendentes e inovadores que nunca param de criar. Será que esses hiper-realizadores são apenas mais motivados? Ou são mais disciplinados? A resposta a ambas perguntas é “sim”, mas não da forma como você imagina. O que essas pessoas têm – o que toda pessoa que experimentou a grandeza em todos os tempos tem – são metas que desafiam.” Quais seriam as Metas que desafiam?

Capacitação I

“Capacitação” é a palavra que deve estar constantemente no dia a dia do Administrador. Sabendo disso, o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoveu em sua sede mais uma forma de aprimoramento profissional: o Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Pregoeiros e Equipes de Apoio foi ministrado pelo Adm. Daniel Almeida. O evento, voltado para os mais diversos profissionais, reuniu Administradores e Tecnólogos que possuem registro no CRA-SE.

Capacitação II

O curso, com dois dias de programação e uma carga horária de 20h aos participantes, teve em seu conteúdo programático Noções de Licitação, Conceitos Iniciais e Avançados de Pregão (Eletrônico e Presencial) e até uma Simulação de Pregão. O Adm. Daniel Almeida, que é especialista em Gestão Pública e Privada, pensou na programação no intuito de passar conhecimento de forma completa para os profissionais que já atuam ou desejam atuar na área de Licitações. “Esse é um curso de formação. Então, quando a gente faz isso, a gente está habilitando os participantes para executar determinada atividade. O pregoeiro, para exercer essa atividade, precisa ser formado. E não é em curso superior, mas num curso de pregoeiro”, explicou Daniel.

Capacitação III

A Administradora Kátia Cruz participa com frequência dos eventos realizados pelo CRA Sergipe e agradece a oportunidade. “É maravilhosa essa chance de se atualizar para quem é Administrador e até para quem não é, porque um profissional atualizado é um profissional mais valorizado”, declarou. O participante Sérgio Filho, que é estudante de engenheira civil, também compareceu ao auditório do CRA-SE para aprimorar seus conhecimentos sobre pregão. “Eu, na área de engenharia, trabalho diretamente com isso. Eu já participo de licitação pública há uns dois anos, então para mim, é sempre bom saber mais. Sem dúvidas, é muito interessante essa integração das profissões, a Administração e a engenharia. Saber que nós também podemos participar desses cursos de formação no CRA-SE é muito legal”. O evento aconteceu nos dias 24 e 25 de novembro, e deu direito a certificado de participação aos presentes.

PENSAMENTO: “Tenha muita Fé em Deus que um dia você chega lá.” Ayrton Senna

05/12/2017 10:05:00
Associativismo e sua importância para a democracia

A sociedade civil vem, nos últimos anos, se fortalecendo e a vida associativa tem alcançado muitos avanços. E isto é muito importante para a consolidação da democracia em nosso País. É fácil definir o termo associação como um resultado de iniciativa, seja formal ou informal, de reunir pessoas com objetivos e interesses comuns (científicos, culturais, políticos, filantrópicos, econômicos, sociais, etc.) com a finalidade de gerar benefícios para si e/ou para terceiros, fortalecidas pela união para enfrentar desafios. Não se restringe a pessoas físicas e se constituem sob as mais variadas categorias, formais ou informais. É cada vez mais intenso o associativismo entre pessoas jurídicas porque no mundo empresarial um desses desafios se refere, por exemplo, à competitividade, dentre outros. Os entes econômicos precisam de cooperação recíproca, parcerias, união, para se tornarem mais competitivos. Com isto é possível fortalecer o compartilhamento de recursos, riscos, custos, pesquisas, acesso a mercados maiores, enfim, incentivar a busca de meios para melhorar o desempenho de todos os envolvidos, respeitadas as características individuais. Interessante notar que o associativismo ajuda, e muito, a estabelecer diálogos com o poder público com melhores resultados, além de dar visibilidade e respeito perante a sociedade às categorias que são representadas pelas associações, cooperativas, sindicatos, consórcios empresariais e outras entidades. É inegável que há ganhos consideráveis para o processo democrático, ainda que haja uma grande heterogeneidade de objetivos e propósitos nessa área com interesses muitas vezes conflitantes mas que fazem parte da essência da democracia.

Palestra I

O ano de 2017 já está se encerrando, mas o Conselho Regional de Administração (CRA-SE) ainda tem missões para o ano corrente. Sucesso da gestão, será realizada mais uma Palestra Beneficente, a última de 2017. E o responsável por encerrar este ciclo de palestras é o conselheiro Adm. Vinícius Nejaim, que apresentará "Competências Essenciais para o Empreendedor do Século XXI". O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 18h30, no auditório do CRA-SE.

Palestra II

Sempre voltado à capacitação de Administradores e Tecnólogos, o CRA-SE também tem a sua missão social muito clara e procura contribuir com a sociedade como um todo através de palestras como do Adm. Vinícius Nejaim. E é pensando assim que a inscrição para esta palestra é gratuita, mas é solicitada a entrega de um kit de higiene pessoal na entrada do evento. O material arrecadado será destinado a uma instituição de caridade. Para se inscrever visite crase.org.br

Palestra III

A palestra, que foi um grande sucesso nas comemorações para o Dia do Administrador, em setembro deste ano, será realizada por Vinícius Nejaim com conteúdos atualizados sobre o tema. O Administrador é conselheiro do CRA-SE, Mestre em Administração de Empresas, especialista em Estratégia e Gestão de Pessoas e consultor empresarial.

Doação I

O Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) esteve na tarde da segunda-feira, 27 de novembro, no Asilo Rio Branco para a entrega de doação de fraldas geriátricas. O material arrecadado é proveniente de mais uma das palestras beneficentes promovidas pelo Conselho. O Asilo Rio Branco existe desde 1911 e já ajudou centenas de idosos na cidade de Aracaju. Atualmente, a unidade possui 29 quartos, com capacidade para acolher quase 60 idosos. Além da gestora Adm. Jeane Santos, o asilo conta com a ajuda de cuidadores, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeuta, nutricionista e médico. As doações são fundamentais para manter o local ajudando tantos idosos. Para contribuir com o Asilo Rio Branco, os interessados devem ligar para (79) 3217-6124.

PENSAMENTO: Você descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. William Shakespeare

30/11/2017 11:50:00
Transformação digital IV

Foram publicadas, nas três semanas anteriores, partes do artigo veiculado no site cio.com.br de autoria de Cezar Taurion. Hoje, a quarta e última parte:

O mercado, cada vez mais poderoso, é que determina o sucesso dos negócios. Os clientes valorizam custos (pay-per-use como exemplo), experiência (como autoatendimento, automação e personalização), e plataformas (como marketplaces e modelos de economia compartilhada, exemplificada com o Uber e outros).

Podemos simplificar dizendo que o que puder ser digitalizado o será, o que puder ser compartilhado, o será e o que puder ser feito sem intermediários, o será. Uma consequência disso é o processo de desagregação de indústrias consolidadas.

O cenário de transformação digital não é apenas o mundo dos Facebook, Google e outras empresas da Internet. Afeta a todos os setores de indústria, sejam bancos, empresas do setor farmacêutico ou manufaturas. Ficar inerte, escudado na regulação ou nas desculpas acomodadas que ouvimos muito, como “primeiro preciso arrumar a casa” não vão proteger a empresa. Não se negocia com disrupção. Ela simplesmente vem e passa por cima de negócios solidamente estabelecidos há décadas.

É uma jornada e, quanto mais cedo a percorrermos, melhores serão as chances de sobrevivência. Cinquenta anos atrás o tempo médio de vida das empresas da Fortune 500 era de 75 anos. Hoje está em 15 anos e declinando.

Esse estudo da McKinsey - “Three snapshots of digital transformation” - mostra três setores que estão sofrendo disrupção: bancos, varejo de alimentos e fármacos.

No setor financeiro, as Fintechs forçaram os bancos a saírem de sua inércia. O uso de algoritmos de “machine learning” está revolucionando a indústria de varejo de alimentos. E o setor farmacêutico, um “laggard” tradicional, começa a sofrer ataques que podem provocar mudanças significativas no seu negócio. As grandes corporações do setor estão acordando assustadas e se sentindo ameaçadas pela sua complacência em maturidade digital.

No estudo da McKinsey, a indústria farmacêutica e o setor público são os de menor quociente de maturidade digital. E nós ainda não vimos nada. As mudanças estão apenas começando e já mostrando seus impactos.

Nos próximos dez anos, não reconheceremos muitas das empresas atuais e muitas delas simplesmente deixarão de existir. Outras, que estão surgindo agora, tomarão seu lugar. A questão para os executivos das empresas veteranas é decidir, hoje, se querem ser sobreviventes ou não. Decidir em dois ou três anos já será tarde demais.

Transformação digital é basicamente uma questão de liderança, cultura, estratégia e gestão de talentos do que uma questão de tecnologia. Uma verdadeira transformação digital ocorre quando os modelos de negócios e métodos são reinventados por líderes corajosos, dispostos a aproveitar a oportunidade, mesmo sabendo dos riscos, e que estão realmente empenhados em desenhar seu próprio futuro, não esperando, em vão, que ele surja naturalmente.

Grandes líderes é que irão conduzir a transformação digital, enquanto os outros simplesmente irão gerenciar sua queda livre provocada pela transformação digital.”

ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade I

Mais um motivo de orgulho para o Conselho Regional de Administração de Sergipe (CRA-SE). O conselheiro administrador José Helder, que também é o diretor de Formação Profissional do Conselho, participou da criação do “ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade”, um projeto do Centro de Apoio Operacional do Terceiro Setor, em parceria com diversos órgãos do Ministério Público do Estado de Sergipe (MPSE).

O projeto vem sendo desenvolvido há cerca de dois anos e, agora, está sendo lançada uma cartilha de orientação de prestação de contas para organizações não governamentais.

ONG Transparente: Prestando Contas à Sociedade II

O conselheiro do CRA-SE, administrador José Helder, participou da elaboração da cartilha e explica a importância do recurso. “A cartilha funciona como uma espécie de manual para as ONGs saberem a forma certa de prestar suas contas. É uma ferramenta de transparência, porque vai mostrar à sociedade se está havendo boa utilização dos recursos recebidos”, disse o administrador.

José Helder falou ainda dos motivos que levaram o CRA-SE a participar do projeto. “Esse manual vai além das questões contábeis. Se trata da utilização do recurso pela organização. Porque a ONG pode estar com tudo certo, todas as exigências contábeis da lei, tudo certo. Mas, e esse recurso que a ONG recebeu, ele está sendo bem utilizado? O serviço, a obra, o produto feito com esse recurso foi entregue à comunidade assistida? É também a administração desses recursos que está sendo observado”, completou o conselheiro. Fonte: CRA-SE

PENSAMENTO: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade.” Albert Einstein

24/11/2017 09:58:00
Transformação digital III

Foram publicadas, nas duas semanas anteriores, partes do artigo veiculado no site cio.com.br de autoria de Cezar Taurion. Por sua importância para uma efetiva abordagem do assunto, acrescenta-se, hoje, mais uma parte do mesmo artigo:Hoje, o pesadelo dos CEOs é acordar e ver que seu maior concorrente não existia na semana anterior, ou pelo menos ele não o tinha percebido. Muitas vezes, estas startups, passam despercebidas, pois uma empresa exponencial, em seu início, confunde-se com uma evolução linear. Mesmo dobrando a períodos curtos, no início, representa pouco. Por exemplo, quando elas têm participação de mercado de 0,1%, 0,2%, 0,4%... não aparecem nas estatísticas. Os veteranos simplesmente as ignoram. E continuam a fazê-lo mesmo quando começam a chamar atenção, com 1%, 2%, 4%. Ainda são vistas de forma: “menos de 10% do mercado... vai levar tempo para ser uma tecnologia disseminada”. E é aí que está o maior engano. Pensamos linearmente. E somos atropelados pela exponencialidade. De 10% vai para 20% e em pouco tempo elas têm 60% a 80% do mercado. Para complicar as coisas, muitas das empresas que esmagaram as veteranas nem tinham essa intenção, no início...” E prossegue o articulista: “Observem que as empresas já estabelecidas poderiam ter reagido, mas não perceberam a ameaça e nem pensaram em elas mesmas provocar a disrupção. A disrupção provocada pela transformação digital afetará, de forma mais intensa e bem mais rápida, a maiorias das empresas, muitas das quais ainda relutantes em reconhecer este cenário... “A transformação digital tem duas características que a distinguem do tradicional cenário competitivo: a velocidade e amplitude da mudança. Um exemplo é o WhatsApp que em poucos anos destruiu o mercado bilionário das mensagens de texto, SMS, das operadoras de telefonia móvel. O fato é que o WhatsApp e anteriormente o Skype, não surgiram de dentro das operadoras, que se acomodaram em seus modelos de negócio e não perceberam a mudança que já estava acontecendo. Os usuários começaram a usar, surgiram reportagens na mídia, seus amigos começaram a usar, mas os executivos se sentiam tão protegidos pelos seus “sólidos” modelos de negócio que não reconheceram o potencial de disrupção. E quando acordaram, começaram a tentar se proteger escudados em legislação. Não seguram o tsunami.”

 

Responsáveis Técnicos I

 

O Conselho Regional de Administração de Sergipe inovou e promoveu o I Encontro de Responsáveis Técnicos. No intuito de debater assuntos diversos dentro da temática, o CRA-SE reuniu administradores e tecnólogos no sábado, 11 de novembro. O encontro teve como tema principal a Reforma Trabalhista e marcou a estreia do mais novo auditório do Conselho de Administração. O encontro foi uma iniciativa do diretor de fiscalização do CRA-SE Adm. Jorge Cabral. O conselheiro falou da importância da realização de eventos como o Encontro de Responsáveis Técnicos. "Era um sonho da nossa gestão dar início a eventos como esse. Esse é apenas o primeiro encontro. Pretendemos fazê-los com frequência, debatendo os mais diversos assuntos. Essa casa pertence ao administrador. É importante que os profissionais saibam que é fundamental o registro no Conselho e que essas ações são justamente para para integrá-los ao CRA", afirmou.

 

Responsáveis Técnicos II

 

O registrado Adm. Richard Benjamin esteve presente no I Encontro de Responsáveis Técnicos e falou sobre o que acha da iniciativa. "O CRA busca através dessas reuniões é buscar soluções para que a gente coloque em prática o que é debatido aqui", disse. A tecnóloga em RH "Eu sou registrada há mais ou menos 7 anos e eu sentia muita falta de uma aproximação com o Conselho. Esses encontros e as palestras que o CRA tem promovido faz a gente se aproximar mais. Não fica aquela coisa distanta que a gente só paga e não recebe retorno", falou. Em breve, será realizado o II Encontro de Responsáveis Técnicos. Logo mais serão dadas mais informações.

 

PENSAMENTO: “Sendo motivado pela compaixão e amor, respeitando os direitos dos outros - essa é a verdadeira prática da religião.” Dalai Lama

17/11/2017 09:42:00
Transformação digital II

Na semana passada foi enfatizado que há um fenômeno mundial chamado de “transformação digital” e transcrita parte do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion. Eis a continuação do referido artigo: “A essência da transformação digital é simples: digitalização → desmaterialização → desmonetização → democratização → disrupção que é outro conceito abordado em todas as conversas. O termo já existe há algum tempo. Quem o incorporou ao glossário de negócios foi o professor Clayton Christensen, em 1997, em seu livro “O Dilema da Inovação – quando as novas tecnologias levam empresas ao fracasso”. É um livro que me marcou muito e que ainda, volta e meia, dou uma olhada. Guardo com carinho na minha biblioteca. Sim, não havia Kindle na época. No livro, Christensen aponta como um novato pode vencer um veterano: em vez de tentar ser o melhor naquele jogo já dominado, mude as regras do jogo. Foi o que fizeram Airbnb, Uber, Amazon, Instagram e muitos outros. Simplesmente deslocaram seu foco do físico para o digital. Interessante que os disruptivos têm uma característica marcante:  não se sentem presos às regulações existentes. Aliás, não têm muito respeito pelas autoridades. Christensen percebeu isso e tomou emprestado o termo da psicologia. Um texto especializado em Psicologia diz: “Transtornos disruptivos são caracterizados por comportamentos de transgressão de regras, comportamentos desafiadores e antissociais, que provocam incômodo nas pessoas, gerando impacto no ambiente social e possui implicações severas.” Ora, é exatamente isso que as empresas disruptivas estão fazendo.”

 

Palestra beneficiente I

 

O Conselho regional de Administração de Sergipe (CRA-SE) promoveu palestra beneficente sobre preparação de empresas para o eSocial. A palestra aconteceu na terça-feira, 14 de novembro, no auditório do Senac. A implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) é o principal tema de mais uma palestra beneficente de uma série promovida pelo CRA-SE. A palestra foi apresentada pelo conselheiro do CRA-SE, o Adm. Henrique David Alves de Mendonça. O evento “eSocial e o seu Impacto nas Rotinas das Empresas. A sua empresa está preparada?”

 

Palestra beneficiente II

 

O eSocial é um sistema através do qual empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o palestrante, é de fundamental importância que as empresas entendam como funciona o eSocial. “É um projeto do Governo Federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Muitas empresas precisarão avaliar os seus processos e exigirá também uma mudança de cultura. As informações exigidas pelo eSocial partirão de diferentes setores da empresa, o que exigirá que estejam integrados e se comuniquem com eficiência. Na palestra, serão apresentadas algumas etapas que as empresas já deverão seguir principalmente as informações de seus empregados para identificar inconsistências cadastrais”, explicou o Adm. Henrique David. Para mais informações das ações do Conselho, entre em contato com o CRA-SE através do telefone: (79) 3214-2229 e do e-mail assessoria@crase.org.br Fonte: CRA-SE com alterações

 

PENSAMENTO: “Pior que não terminar uma viagem é nunca partir.” Amyr Klink

06/11/2017 09:12:00
Transformação digital I

Em praticamente todas as áreas o ser humano se depara com esse verdadeiro fenômeno mundial chamado transformação digital. Sobre este assunto, veja-se trechos do artigo publicado no site cio.com.br por Cezar Taurion, head de Digital Transformation da Kick Corporate Ventures. Ele é autor de nove livros sobre Transformação Digital, Inovação, Open Source, Cloud Computing e Big Data.

Diz ele: “É indiscutível que o tema 'Transformação Digital' já está ou deveria estar, na agenda de todos os executivos. O interesse é muito grande, mas percebo que muitos ainda estão na atitude 'esperar para ver', e mesmo outros mostram certo ceticismo. Na verdade, o conceito, pelo hype de consultorias e fornecedores de tecnologia, está muito nebuloso. Muitas vezes, uma simples migração para cloud é considerada Transformação Digital! Ela não é apenas automação de processos ou adoção de tecnologias como cloud ou smartphones. É bem mais abrangente. Envolve uma mudança significativa no modelo mental e conceitos da empresa. Muitas vezes, inclusive, transformando seus modelos de negócios. Para fazer a Transformação Digital é essencial compreender sua essência. Uma verdadeira transformação é uma reinvenção do modelo organizacional (e não o simples deslocar de caixinhas), com processos digitais e muito mais ágeis, e o uso intenso do conceito de digitalização. A digitalização provoca a desmaterialização, que leva à desmonetização, que potencializa a democratização de uso. O smartphone é um exemplo clássico. Desmaterializou diversos equipamentos físicos como CDs, gravadores, GPS, câmeras fotográficas, filmadoras, etc, que estão agora embutidos em um único dispositivo, o próprio smartphone. A desmaterialização barateou o custo (somem o valor de todos esses equipamentos anteriormente comprados) e democratizou o uso. Comparem o antigo, caro e lento processo de fotografia analógica, com o de hoje, quando é possível tirar milhares de fotos e postar em suas redes sociais, aplicando filtros muito sofisticados, de forma totalmente gratuita.”

SIFA no Paraná I

A noite da terça-feira, 31 de outubro, foi especial para o Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA-PR). O Regional acaba de inaugurar o Sistema Integrado de Fiscalização e Autoatendimento (SIFA), tecnologia que a atual gestão do Conselho Federal de Administração (CFA) adotou para promover a integração do Sistema CFA/CRAs. Por meio do SIFA, o profissional de Administração poderá solicitar serviços ao Regional de qualquer lugar por meio do autoatendimento on line. Para o presidente do CFA, administrador Wagner Siqueira, o principal benefício da ferramenta é o acesso facilitado que ela oferece aos profissionais de Administração e às pessoas jurídicas registradas no CRA. “As realidades e as circunstâncias de todos os Conselhos nos fazem não sermos, de fato, um Sistema. O Sistema será quando todos os CRAs tiverem o mesmo padrão de desempenho. Claro, guardadas as diferenças regionais. O que nós queremos é igualar tecnologicamente todos os estados colocando essa tecnologia a serviço do administrador”, explica.

SIFA no Paraná II

O presidente do CRA-PR, administrador Amilcar Pacheco dos Santos, ficou impressionado com os resultados que o SIFA vem apresentando. “Temos hoje cerca de 2,5 mil pessoas jurídicas registradas e nossa expectativa, com o SIFA, é triplicar esses números. Essa é uma ferramenta moderna e ágil e, o mais importante, de fácil aplicabilidade. Essa é uma verdadeira evolução no Sistema CFA/CRAS”, disse Amilcar, ressaltando que um dos principais benefícios que o SIFA trará para o Regional é a tornar a fiscalização mais efetiva. “Não pensamos só na receita, mas pensamos que temos um dever com a categoria”, avisou. Além do SIFA, o Regional passa a contar, também, com uma importante ferramenta de busca inteligente: o BIG DATA. Por meio da CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas - será possível registrar mais empresas no Sistema, o que significa mais empregos para os profissionais de Administração. Fonte: CFA

PENSAMENTO: “Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas.” Desconhecido

23/10/2017 12:25:00
A reinvenção do profissional

Conhecimento, Habilidade e Atitude, em conjunto, formam a competência humana. Este é o famoso CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude). Sobre este assunto, O COACH Alexandre Prates apresentou um modelo muito interessante de REINVENTAR O COMPORTAMENTO HUMANO. Ele se referiu a um artigo sobre marketing pessoal da consultora Dulce Magalhães onde se encontra a seguinte  frase: “Marketing Pessoal não é divulgar uma melhor imagem de nós mesmos, mas nos tornarmos pessoas melhores.”

Com essa frase é possível refletir sobre o comportamento de cada um e sobre as competências do profissional do futuro. Este profissional necessitará de cinco inteligências: de mercado, empreendedora, inspiracional, relacional e potencial. Elas têm particularidades e devem ser trabalhadas da seguinte forma:

 

Cabeça (Pensar) – Inteligência de Mercado / A Inteligência Estratégica;

Mãos (Agir) – Inteligência Empreendedora / A Inteligência do Resultado;

Alma (Ser) – Inteligência Inspiracional / A Inteligência do Exemplo;

Coração (Sentir) – Inteligência Relacional / A Inteligência da Conquista;

Instinto (Evoluir) – Inteligência Potencial / A Inteligência da Autogestão.

Esta matéria está amplamente esclarecida no livro  “A Reinvenção do Profissional – Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro.”

20/10/2017 17:00:00
Procura-se um bom líder

Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos. Quais são os principais líderes mundiais que existem ou existiram? Margaret Thatcher (1925-2013), política britânica e primeira-ministra do Reino Unido ente 1979 e 1990, certa vez disse: “Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas que você é, você não é.” Liderar é um verbo, uma ciência, uma arte e um exercício.

Existe uma diferença entre cargo, função e o trabalho informal. A liderança pode surgir de forma natural, quando uma pessoa se destaca no papel de líder, sem possuir um cargo de gerente, diretor e presidente. É um tipo de liderança informal. Quando um líder é eleito por uma organização e passa a assumir um cargo de autoridade, exerce uma liderança formal. O que é melhor? “Deseja conhecer uma pessoa? Dê poder a ela”. Já escutou isso?

Um líder é uma pessoa que dirige ou aglutina um grupo, podendo estar inserido no contexto das empresas, organizações, de indústria, do comércio, no exército etc. Existem vários tipos de líder, que mudam em função das características do grupo (unidade de combate, equipe de trabalho, time de alta performance, grupo de adolescentes).

O líder tem a função de unir os elementos do grupo, para que juntos possam alcançar seus objetivos. A liderança está relacionada com a motivação, porque um líder eficaz sabe como motivar os elementos do seu grupo ou equipe.

Novas abordagens sobre o tema defendem que a liderança é um comportamento que pode ser exercitado e aperfeiçoado, treinado. As habilidades de um líder envolvem carisma, paciência, respeito, disciplina e, principalmente, a capacidade de influenciar os subordinados.

A palavra liderança tem origem no termo em inglês leader, que significa líder. Em inglês, liderança é traduzida para leadership. Ex: He is a good boss because he has good leadership skills. / Ele é um bom chefe porque tem boa capacidade de liderança.

Tipos de liderança:

Os três estilos clássicos de liderança, que definem a relação entre o líder e os seus seguidores, são: Autocrática, Democrática e Liberal (ou Laissez-faire).

Liderança Autocrática: É um tipo de liderança autoritária, na qual o líder impõe as suas ideias e decisões ao grupo. O líder não ouve a opinião do grupo. Existem muitos assim?

Liderança Democrática: O líder estimula a participação do grupo e orienta as tarefas. É um tipo de liderança participativa, em que as decisões são tomadas após debate e em conjunto. Aqui construir o consenso é o caminho. Não existe a maioria, existe “todos”.

Liderança Liberal: Há liberdade e total confiança no grupo. As decisões são delegadas e a participação do líder é limitada. Neste momento, para ajudar, entra a definição de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL do professor de Harvard e autor de sucesso, Daniel Goleman: ele diz que é um termo amplo e abrange habilidades interpessoais, motivação, trânsito social, empatia e autopercepção.

Liderança nas Organizações:

Em uma organização, a liderança é um tema de fundamental importância, pois está relacionado com o sucesso ou o fracasso, com conseguir ou não atingir os objetivos definidos. Principalmente no contexto empresarial ou de uma organização, é importante saber fazer a distinção entre líder e chefe.

Um chefe tem a autoridade para mandar e exigir obediência dos elementos do grupo porque muitas vezes se considera superior a eles. Um bom líder aponta a direção para o sucesso, exercendo disciplina, paciência, compromisso, respeito e humildade. Procura-se um bom líder.

LIDERANÇA

A natureza e o exercício da liderança têm sido foco de pesquisas do homem ao longo da sua história. Bernard Bass (2007) argumenta que "desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes - o quê e por que eles fizeram o que fizeram".[1] A busca do ideal do líder também está presente no campo da filosofia. Platão, por exemplo, argumentava, em A República, que o regente precisava ser educado com a razão, descrevendo o seu ideal de "rei filósofo". Outros exemplos de filósofos que abordaram o tema foram Confúcio, Lao-Tsé e Sun-Tzu.

A condução de um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados, é chamada de liderança. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização, seja com ou sem fins lucrativos.

Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência. Para os gestores atuais, são necessárias não só as competências do chefe, mas principalmente as do líder.

Acadêmicos argumentam que a liderança como tema de pesquisa científica surgiu apenas depois da década de 1930 fora do campo da filosofia e da história. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica, que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer, e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que propõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz. James C. Hunter escreveu “O monge e o executivo – uma história sobre a essência da liderança”, vendendo milhões de exemplares e que resultou em dois outros livros. Na sequência “Como se tornar um líder servidor – os princípios de liderança de o monge e o executivo” e “De volta ao mosteiro – O monge e o executivo falam de liderança e trabalho em equipe” - livros básicos para quem deseja estudar sobre o tema.

Nos últimos anos, boa parte dessas pesquisas e obras têm sido criticadas por serem de escopo muito restrito, mais preocupadas com a explicação dos comportamentos de líderes face a face com seus colaboradores, ao invés de examinar os líderes no contexto maior de suas organizações, prestando pouca atenção ao papel da liderança organizacional em termos do tratamento da mudança ambiental. É o processo de maior importância ao qual se deve fazer ênfase.

A liderança é a arte de conduzir pessoas a alcançar, com êxito, os resultados planejados.

Essa habilidade é uma das principais características que ajudam um indivíduo a destacar-se tanto na vida pessoal quanto no trabalho.

Mas, afinal, essa capacidade de influenciar e direcionar os outros é um dom natural ou uma competência que pode ser desenvolvida ao longo da vida?

Para muitos estudiosos, as duas coisas podem acontecer e, ainda que seja uma característica intrínseca, a liderança precisa ser aperfeiçoada no decorrer do desenvolvimento da pessoa.

Quais são os tipos de líderes?

Exigente

Observa todos os detalhes e não deixa nenhum deslize passar despercebido. Entende que para algo dar certo, “todos os buracos têm que estar tapados” e não há o menor espaço para pequenos erros. Muito crítico, observador e perfeccionista, esse líder acredita que a excelência é o caminho para a obtenção do sucesso.

Autocrático

Não promove a participação efetiva da equipe nos projetos, toma sozinho todas as decisões necessárias e costuma oprimir seus subordinados, enxergando neles concorrentes e não colaboradores. Ele sempre conduz os processos com muita energia e vigor, mas, como não valoriza as competências, os conhecimentos e os resultados dos subordinados, acaba criando um ambiente de trabalho no qual os profissionais são cobrados excessivamente. Isso causa certo desconforto e limita a performance do grupo. É mais conhecido como um chefe do que um líder.

Liberal

Dá aos colaboradores liberdade para exercerem suas funções sem interferências diretas. Os próprios profissionais ficam responsáveis por gerenciar os resultados de seu trabalho. É uma forma de demonstrar confiança na capacidade dos colaboradores e de dar a eles mais autonomia. No entanto, o líder liberal precisa estar atento para que os colaboradores não fiquem sem condução nem cometam erros graves e prejudiquem o desempenho da empresa.

Visionário

Tem senso de oportunidade e um otimismo latente. Capaz de antecipar tendências, é empreendedor e tem disposição para correr riscos. Essa capacidade de prever as reações do mercado está sempre amparada em pesquisas e análises de comportamento das pessoas sobre produtos ou serviços. Esse tipo de liderança reconhece a importância dos colaboradores para a obtenção de bons resultados e busca motivá-los constantemente.

Democrático

Permite que todos os liderados participem das decisões importantes do grupo e acredita ideias; críticas e sugestões são importantes para aperfeiçoamento dos projetos, da equipe e da organização como um todo. Essa abertura de espaço para diálogos, a comunicação efetiva e os feedbacks constantes facilitam a solução de problemas internos e garantem os bons resultados dessa liderança. De todo modo, o líder democrático precisa ter inteligência para encontrar o equilíbrio e não perder o controle, o foco e a objetividade.

Leader Coach

Sabe delegar com assertividade, uma vez que identifica as capacidades individuais de cada um de seus liderados e as utiliza para potencializar seus resultados. Ele apresenta desafios e novidades motivadoras, que criam um ambiente colaborativo e empreendedor, favorável à evolução profissional e ao alcance das metas da empresa. Modelada pelos princípios do Coaching, esse tipo de liderança estimula as competências, conduz projetos em parceria, leva em conta as opiniões dos colaboradores e os motiva a confiarem no trabalho desenvolvido.

Como você pode observar, existem diversas teorias e modelos de liderança, além de  diferentes perfis de líder. E, quando se analisa todos esses conceitos, chega-se a conclusão de que um bom líder sabe ser carismático e íntegro, ouvir e motivar os outros, compartilhar experiências e tomar decisões. Ele conquista o respeito dos liderados por seus exemplos e é dono de virtudes distintas que o ajudam a encarar desafios de forma otimista e criativa. É justamente esse tipo de líder, capaz de ensinar, delegar, acompanhar, inspirar e mobilizar os colaboradores que as empresas procuram. Assim, procura-se um bom líder.

Fonte: O Monge e o Executivo / Como se tornar um Líder Servidor / De volta ao Mosteiro. James C. Hunter. www.significados.com.br/lideranca

16/10/2017 11:41:00
Por que estudar Administração?

A resposta pode ser encontrada na teoria, na leitura de diversos livros sobre administração e na própria experiência individual.

As habilidades e competências de um administrador são úteis não apenas no ambiente corporativo, mas também no dia a dia. O administrador deve saber como lidar com pessoas de formações, perfis, condutas e expectativas distintas. Em outras palavras, saber planejar, organizar, liderar, controlar, coordenar, motivar, saber gerenciar expectativas (inclusive as suas!), entre outras.

Atualmente, as organizações com administradores que apenas dizem aos colaboradores o que fazer estão perdendo espaço (e mercado!). Gestão ágil e mais participativa, contemplando diferentes pontos de vista e contribuições individuais, são exigências deste mercado.

Espera-se não só preparo técnico, mas uma visão abrangente e humana do contexto empresarial em um ambiente de complexidade crescente. O estudo da administração tem aplicação direta na vida pessoal de cada um. Interação com pessoas, realização de planos, tomada de decisões, gerenciamento de recursos são alguns exemplos de atividades realizadas no cotidiano. Daí, a importância de estudar administração. Finalmente, estude Administração todos os dias.

13/10/2017 11:23:00
Presidente Wagner participa de bate-papo ao vivo nas redes sociais do Administradores.com

O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Adm. Wagner Siqueira, participou de uma live no Facebook do portal Administradores.com. O bate-papo foi conduzido pelo CEO do portal, Adm. Leandro Vieira, na manhã da terça-feira, 10 de outubro.

 

Durante a conversa, Wagner falou do seu trabalho no CFA. Ele assumiu a presidência da autarquia em janeiro deste ano com a missão de fazer “20 anos em 2”. Segundo ele, com o apoio do plenário do CFA e dos Regionais, muita coisa avançou nesses meses.

 

Essa evolução, de acordo com Leandro, é visível. “Nós, do Administradores.com, estamos acompanhando o trabalho do Conselho, e é realmente impressionante o que a gente conseguiu evoluir em todas as esperas, em todo trabalho feito pelo Conselho. Quero dar os parabéns publicamente”, disse.

 

Um dos temas na pauta da live foi a campanha contra o boleto registrado. Outro assunto comentado foi o registro profissional para mestre e doutores em Administração. O presidente do CFA esclareceu, ainda, as dúvidas sobre o papel do Sistema CFA/CRAs. “Muitos profissionais deixam de se registrar. É preciso aumentar o nível de consciência profissional. O que o Conselho vai me dar? Não! É preciso inverter a pergunta para ‘O que você vai oferecer para a sua profissão?’. A medida que formos mais unidos, mais fortes para a luta conjunta, vamos melhorar a profissão”, explicou.

 

As polêmicas a cerca do PL nº 439 também foram esclarecidas. “Esse é um projeto que nos dedicamos intensamente. O problema que estava tendo, anteriormente, é que não estava acontecendo um diálogo com as outras profissões. Mas quando passamos a dialogar com essas categorias como economistas e psicólogos, fizemos ajustes e avançamos muito”, justificou.

 

A medida que a live ia acontecendo, Wagner foi respondendo dúvidas dos internautas. Um dos questionamentos pediu dicas para se destacar no mercado de trabalho. O presidente do CFA ressaltou que “não basta ter só o diploma” e orientou: “A primeira coisa é ter registro no Conselho. Muitas pessoas são bacharéis em Administração, mas não são administradores. O segundo ponto é participar, efetivamente, do seu Conselho. Estudar sempre”, finalizou o presidente do CFA.

 

Você pode conferir a live na íntegra aqui:  https://www.facebook.com/portaladministradores/

 

(Fonte: Conselho Federal de Administração - CFA)

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Colunista Diego da Costa
Diego da Costa
Diego da Costa é Administrador, CRA-SE 203501, Especialista em Marketing, Líder Coach Psicopositivo, Coach ISOR, Conselheiro Federal de Administração representando Sergipe, Associado fundador do Rotary Club de Aracaju Nova Geração, fundador do Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe, Consultor e Mentor.

 

O conteúdo desta publicação é de responsabilidade do colunista.

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