Depois de quase dois meses de prisão, George Magalhães ganha liberdade
Acusado de estupro, o comunicador está preso desde 13 de setembro passado
Cotidiano| Por F5 News 08/11/2018 16:30 - Atualizado em 09/11/2018 09:50

Já está em Aracaju o radialista George Magalhães, 53 anos. O alvará de soltura expedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi recebido pelo sistema penitenciário no início da tarde desta quinta-feira (08). A informação foi confirmada pelo advogado do comunicador, Getúlio Sobral.

De acordo com Getúlio, George Magalhães deixou a Cadeia Pública Tabelião Filadelfo Luiz da Costa, o “Cadeião”, no município de Estância, Sul de Sergipe, acompanhado de familiares, que esperavam desde ontem (07) à noite a soltura do radialista, após liminar favorável concedida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Já na capital, o radialista deve passar por uma unidade da justiça para cumprimento de medidas cautelares, assim como instalação da tornozeleira eletrônica. “São trâmites do processo, o que não deve demorar, logo estará em casa”, disse o advogado.

Ainda de acordo com a defesa, além do monitoramento eletrônico, também fazem parte das medidas cautelares o recolhimento depois das 20h e mudança do domicílio. George não poderá ficar na residência na Atalaia, onde o suposto estupro teria ocorrido.

Entenda o caso

O radialista George Magalhães foi preso pela Polícia Civil de Sergipe no dia 13 de setembro na residência dele no bairro Atalaia, acusado de estupro e de coação de testemunha.

A Polícia Civil recebeu a denúncia contra George no mês de agosto. Segundo o boletim de ocorrência, uma mulher de 42 anos, que trabalha no prédio onde mora o comunicador, afirmou que teria sofrido violência sexual praticada por ele. No curso da investigação, o acusado teria tentado subornar uma testemunha com dinheiro e outras vantagens, o que motivou sua prisão preventiva.

No processo, a defesa do radialista argumenta que, no vídeo das câmeras do apartamento, a suposta vítima fica apenas dois minutos e 37 segundos dentro do imóvel, tempo em que ela alega que teria sido estuprada – mas não há vestígio, lesão que demonstre que a vítima teria resistido à agressão.

No começo do mês passado, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Sergipe, havia negado o pedido de  liberdade provisória impetrado pela defesa, que recorreu ao STJ.

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