Perdas operacionais custam R$ 20 bilhões ao ano ao varejo
Blogs e Colunas | Marcio Rocha 09/03/2019 06:05

No início do ano, é comum empresas revisarem seus planejamentos levando em conta ajustes em metas, investimentos, quadro funcional, relação com fornecedores, entre outras atividades rotineiras. Um ponto ainda bastante negligenciado pelos varejistas, contudo, é a avaliação de perdas e desperdícios de operação. Além de diminuir a rentabilidade do negócio, esses problemas podem levar o cliente para a concorrência, em função de uma eventual indisponibilidade do produto procurado.

Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) aponta que as perdas do varejo brasileiro em 2017 somaram R$ 20 bilhões, o que representa 1,29% do faturamento líquido do setor. A boa notícia é que esse índice vem caindo ano a ano – 1,4% em 2015 e 1,32% em 2016 –, consequência dos investimentos em tecnologia e treinamento dos funcionários. Entre os segmentos do varejo, o de supermercados lidera o ranking de perdas, com um índice de 1,94% em relação à receita líquida. Era de se esperar que o ramo se destacasse nesse quesito, uma vez que comercializa um volume grande de produtos perecíveis.

A pesquisa também mostra que 35% das perdas no varejo ocorrem em função do que se chama “quebra operacional”: vencimento, dano ou deterioração do produto, armazenamento inadequado e danos causados por funcionários. As ocorrências são mais frequentes nos segmentos de supermercados/atacarejos, drogarias e materiais de construção. Furto externo (24%), furto interno (15%) e erros de inventário (10%) também são motivos recorrentes de perdas.

 

Grupo Positivo de olho no Nordeste

Com receita líquida de mais de R$1 bilhão em 2018, o Positivo - um dos 10 maiores grupos de Educação do país - mira o mercado do Nordeste brasileiro. Em 2018, o grupo investiu R$ 85 milhões em aquisições, benfeitorias e novas tecnologias. Além disso, 867 mil alunos de 4.500 escolas no Brasil utilizaram os materiais didáticos do Positivo. No Nordeste, o Positivo está presente, por meio de seus sistemas de ensino, em 335 escolas que, ao todo, atendem mais de 122 mil alunos.  

O Sistema Positivo de Ensino é o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil, presente em 1.890 escolas e atendendo mais de 500 mil alunos em 950 municípios do território nacional. Em Sergipe, são 10 escolas conveniadas e mais de 3 mil alunos atendidos. Já em Aracaju, as escolas conveniadas com a Positivo são o Colégio Jardins, o Recanto do Pequeno Príncipe e o Jardim Escola Babylândia.

De acordo com o diretor-geral da Editora Positivo, Emerson dos Santos, a empresa tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. “Nos especializamos, ao longo dos nossos 40 anos de história e hoje somos referência no segmento educacional, por isso queremos levar essa excelência para o Nordeste, que tem uma demanda crescente nessa área”, afirma. 
 

Mulheres nos negócios

Conforme apontam dados da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese), no estado, por exemplo, das 76.672 empresas ativas, 47.152 têm a participação feminina, sendo que deste número mais de 16 mil tem a mulher como sócia-administradora, a cabeça do negócio. Para a diretora de Registro Mercantil da Jucese, Cristina Melo, o aumento das mulheres no comando de empresas e, até mesmo, na elaboração do processo em si do registro, é nítido. “Trabalho na Junta Comercial há mais de 10 anos e, com certeza, atendo muito mais mulheres do que anos atrás. Para nós, eu como mulher em especial, é motivo de alegria ver a participação feminina crescer em todos os espaços da sociedade”, ressalta.

 

Queda no comércio global afeta economia brasileira

Neste ano, o comércio global de mercadorias continuará a queda percebida desde 2017. Os dados publicados pela Organização Mundial do Comércio (OMC) indicam que 2019 mostrou os piores resultados desde 2010, com sinais negativos em cinco de seis componentes do índice: encomendas de exportação, cargas aéreas, produção e vendas de automóveis, componentes eletrônicos e produtos agrícolas têm perspectivas de recuo; o único indicador positivo é o de transporte de contêineres. A média geral do indicador é de 96,3 pontos, abaixo da linha de 100 pontos que separa os campos positivo e negativo. Além disso, há pouco espaço para que as tendências voltem a ser positivas, o que afeta o Brasil, pois a vitalidade das exportações é fator importante para a retomada econômica. Entre as questões que mais afetam o País está os preços declinantes das commodities e as tensões políticas na América Latina, com o impasse na Venezuela.

 

E-commerce anima o setor de logística

Empresas de logística ampliam centros de distribuição e frotas para atender a expectativa de maior demanda por parte das varejistas virtuais – chamada de capa no Valor. O movimento é justificado pelas perspectivas de melhora da economia e expansão das operações da Amazon no País. O e-commerce deve movimentar R$ 61,2 bilhões neste ano, 15% mais que em 2018. 

 

Sergipe Retomada

A Câmara do Jovem Empresário recebeu os representantes do movimento Brasil 200, para apresentar o projeto "Sergipe Retomada" para os diretores do Banese, Carlos André e Wesley Cabral. Na reunião foi feita a discussão de como o banco pode ajudar na retomada do crescimento da economia do estado, por meio de medidas de concessão de crédito para as empresas em condição de endividamento, para recuperar sua capacidade financeira, e às empresas que estão em condição de recepção de investimentos. O objetivo do projeto é fazer com que as empresas ganhem fôlego para voltar a investir na geração de emprego e novos negócios para o estado.

 

Banese

O presidente da Fecomércio, Laércio Oliveira, valorizou o Banese como uma instituição fomentadora dos negócios no estado, não somente como provedor financeiro. "O Banese é o banco dos sergipanos e isso deve ser valorizado pelos empresários, que devem ver o Banese como um agente do desenvolvimento econômico do estado, valorizando a força da instituição como um agente de promoção do fortalecimento da economia sergipana".

 

Shopping Virtual

O mercado de e-commerce está em ampla expansão no Brasil e sua empresa precisa aproveitar esta oportunidade de negócio. A Fecomércio, em parceria com o Shopping Virtual, facilita a realização dos negócios no mundo virtual. Agora seus produtos e serviços poderão ser comercializados, em uma plataforma digital, com total segurança e suporte local 24h. O Shopping Virtual possui integração com os principais sistemas ERP do Mercado, como X-Process, DP Sistemas, Bling e CISS, automatizando em tempo real o estoque de produtos, além da realização de vendas via Instagram e Facebook. Os interessados em colocar suas empresas no mundo do comércio eletrônico de grande porte devem acessar shopaju.com e aproveitar o desconto de 20% para os empresários da base sindical da Fecomércio.

 

Comércio exterior

O empresário Diego Santiago, comerciante atacadista da Conectubos, é mais um parceiro da Fecomércio que busca as melhores oportunidades de compras internacionais por meio da iniciativa de desenvolvimento de operações de comércio exterior. Na manhã desta sexta-feira, o empresário recebeu o superintendente da Fecomércio, Maurício Gonçalves, e o conselheiro, Marcos Andrade, para a assinatura do contrato que promove facilidades para compras desenvolvido pela entidade empresarial. Com isso, a Conectubos se projeta no cenário do mercado internacional, com o objetivo de comprar produtos de qualidade a menor preço de custo, visando um comércio mais competitivo para o estado. A Fecomércio tem trabalhado constantemente para que as empresas do comércio sergipano tenham melhores oportunidades de negócio, levando soluções para os empresários do estado.

Confira mais informações sobre como internacionalizar o seu negócio pelo site www.fecomercio-se.com.br

 

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Marcio Rocha
Marcio Rocha é jornalista formado pela UNIT e radialista formado pela UFS, especializado em economia, com experiência de quase 20 anos na comunicação sergipana.

E-mail: jornalistamarciorocha@live.com


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