Setembro Vermelho: mês da prevenção das doenças cardíacas em pets
Saiba os sintomas e as orientações para o diagnóstico da doença
Blogs e Colunas | Coluna de Estimação 25/09/2018 16:30 - Atualizado em 25/09/2018 16:48

O tratamento de doenças em animais de estimação não é tarefa fácil. Lidar com esse tipo de situação pega de surpesa muitos apaixonados pelos seus pets e o sofrimento é inevitável. Por isso, as avaliações médicas periódicas, segundo médicos veterinários, são importantes para o diagnóstico precoce e evitar o avanço de qualquer doença.

O mês de setembro marca o início do movimento de conscientização para as doenças cardíacas em cães e gatos, em alusão ao Mês Internacional do Coração. A atenção e cuidado redobrados ao coração pode salvar a vida do seu animalzinho, evitando o avanço da doença que, na maioria das vezes, chega de forma silenciosa, progressiva e fatal.

De acordo com estudo realizado este ano pela rede de laboratórios Idexx, em parceria com o Centro de Saúde Animal Jardins de São Paulo, 15% dos cães sofrem com doenças cardíacas. Desses, 60% permanecem com a doença ao longo da vida. Já entre os gatos, a porcentagem de animais que sofrem com a doença é ainda maior, chega a 30%.

A doença cardíaca ocorre com maior frequência em cães a partir dos cinco anos e de raça pequena: Yorkshire, Teckel Miniatura, Poodle Toy, Spitz Alemão, Shih Tzu, Schnauzer Miniatura, Beagle, Chihuahua, Fox terrier e Pinscher. Porém também ocorre em raças grandes, como Dogue Alemão, Dálmata e São Bernardo, entre outros.

Entre a população de gatos, as raças mais afetadas são a Maine Coon, Persa, Siamês, Ragdoll e Sphynx.

As doenças cardíacas comuns em cães são: Doença da Válvula Mitral e a Cardiomiopatia Dilatada, que podem levar à insuficiência cardíaca. Em gatos ocorre com mais frequência a Cardiomiopatia Hipertrófica, que também pode levar á insuficiência e acomete animais de qualquer idade.

Saiba os sintomas

Segundo os veterinários, a doença cardíaca reduz o apetite do animal. Ela também traz sintomas como cansaço com facilidade, tosses frequentes, dificuldade em respirar, síncopes ou desmaios, maior ingestão de água e o pet não tem vontade de andar.

Especialistas apontam que é fácil confundir os sinais de doença cardíaca com os de envelhecimento, por isso fique atento e comunique a seu veterinário de confiança. Ter atenção às mudanças gerais do pet, manter o seu peso corporal normal e saudável, e conhecer as raças ou misturas para compreender os riscos de incidência de doenças são as principais orientações dos veterinários.

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Fernanda Araújo é formada em Comunicação Social – Jornalismo pela UNIT, pós-graduada em MBA Marketing, Assessoria e Comunicação Integrada pela FANESE. Já trabalhou como assessora de comunicação em sindicato de classe, e atualmente, é repórter no Portal F5 News. Premiada em primeiro lugar no Prêmio João Ribeiro de Divulgação Científica da Fapitec, na categoria web jornalismo, em 2018.

E-mail: fernandaaraujo.jornalismo@gmail.com


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